Descobertos os maiores dentes de mastodonte conhecidos até hoje

Um grupo de paleontólogos gregos e holandeses descobriu, no norte da Grécia, os dentes de mastodonte mais compridos conhecidos até ao momento, com cinco metros e três milhões de anos de antiguidade, revelou hoje o jornal grego Kathimerini. Segundo o vespertino grego, os cientistas estimam tratar-se de uma descoberta "de uma importância transcendental para os paleontólogos a nível mundial".
Os dentes do mastodonte, um mamífero pré-histórico e aparentado do elefante, são os dentes mais compridos jamais encontrados, superando o recorde registado no Livro Guiness, que é de 4,39 metros de comprimento.
Museu da Lourinhã apresenta fósseis do maior dinossauro carnívoro terrestre conhecido

Descoberta na China nova espécie de dinossáurio gigante

Uma nova espécie na ligação evolutiva entre dinossáurios e aves foi encontrada na China (Mongólia interior) – o Gigantoraptor erlianensis - em rochas com 85 milhões de anos (Cretácico superior). O importante da descoberta reside no tamanho deste animal – oito metros de comprimento e 1.4 toneladas de peso.
É um animal surpreendente porque na linha evolutiva dos dinossáurios para as aves se pensava, e todas as formas encontradas até agora o comprovavam, que existiria uma redução no tamanho entre os dinossáurios e as aves: o Gigantoraptor erlianensis é o exemplo contrário.
* Paleontólogo
Museu Nacional de História Natural/Universidade de Lisboa
Blog – cienciaaonatural.blogspot.com – cienciaaonatural@gmail.com
Lourinhã mostra réplicas de dois dinossáurios portugueses

Extinção dos dinossauros teve pouco efeito na evolução dos mamíferos
Estudo publicado hoje na Nature

Investigador luso-descendente estuda fósseis com tecnologia espacial
José Braga é antropobiólogo em Toulouse

Um cientista francês de origem portuguesa, o antropobiólogo José Braga, está a estudar fósseis humanos com um microtelescópio espacial concebido para analisar ossos fora da atmosfera terrestre. A experiência, que está a ser realizada na Universidade Paul Sabatier, em Toulouse (sudoeste de França), constitui uma aplicação da ciência espacial ao estudo da evolução da espécie humana.
Dinossauro saurópode gigante encontrado em Espanha
Pesquisadores relatam na Science
Fósseis de um Saurópode gigante encontrado em Teruel, Espanha, revelam que a Europa foi o lar de dinossauros gigantes no final do período Jurássico - há cerca de 150 milhões de anos. Os dinossauros gigantes foram encontrados anteriormente principalmente no hemisfério ocidental e na África. Esse dinossauro pode ter sido o animal terrestre mais pesado da Europa. As descobertas serão publicadas na edição de amanhã, dia 22 de dezembro de 2006, da Science.
“Novo Dinossauro Europeu Gigante e um Novo Clado de Saurópode” escrito por Rafael Royo-Torres, Alberto Cobos e Luis Alcalá aparece na edição de 22 de dezembro da Science. Eles são pesquisadores da Fundación Conjunto Paleontológico de Teruel-Dinópolis, Teruel, Espanha.
Descoberto fóssil de mamífero voador do tempo dos dinossáurios

Neandertal e Sapiens separaram-se há meio milhão de anos


FCTUC na classificação do Jurássico de Peniche como Património Geológico Mundial

Cientistas ressuscitam retrovírus com cinco milhões de anos
Thierry Heidmann liderou o estudo

Paleontólogo brasileiro assinala parentesco entre dinossauros e aves
Rastro de urina encontrado em Araraquara (São Paulo) demonstra que os dinossauros que viviam em deserto possuíam “bexiga” pré-histórica

Fósseis revelam divisão celular há mais de 550 milhões de anos
Rudolf Raff, da Universidade de Indiana, é um dos autores da investigação

Cientistas criam imagens tridimensionais de embriões fossilizados
Philip Donoghue, de Bristol, liderou a equipa.

Uma equipa de cientistas criou imagens tridimensionais das primeiras criaturas multicelulares da evolução nas suas fases embrionárias, que revelam mais sobre o desenvolvimento de espécies já extintas do que se sabe sobre os actuais descendentes. Segundo a edição de hoje da revista Nature, paleontologistas chineses, suecos, suíços e britânicos examinaram com poderosos raios-X bolas minúsculas de células fossilizadas e usaram depois um computador para modelizar e estudar as imagens. Alguns dos embriões, de há 500 milhões de anos, revelaram mecanismos de desenvolvimento embrionário desconhecidos até agora e que há muito deixaram de existir. Outros mostravam combinações de traços que os aproximam dos ramos mais baixos da árvore evolutiva do reino animal.
Imagens cedidas por Philip Donoghue
Clique nas imagens para ampliar.
Cientistas criam imagens tridimensioneis de embriões fossilizados
Philip Donoghue, de Bristol, liderou a equipa. [Link para as imagens]
Uma equipa de cientistas criou imagens tridimensionais das primeiras criaturas multicelulares da evolução nas suas fases embrionárias, que revelam mais sobre o desenvolvimento de espécies já extintas do que se sabe sobre os actuais descendentes. Segundo a edição de hoje da revista Nature, paleontologistas chineses, suecos, suíços e britânicos examinaram com poderosos raios-X bolas minúsculas de células fossilizadas e usaram depois um computador para modelizar e estudar as imagens. Alguns dos embriões, de há 500 milhões de anos, revelaram mecanismos de desenvolvimento embrionário desconhecidos até agora e que há muito deixaram de existir. Outros mostravam combinações de traços que os aproximam dos ramos mais baixos da árvore evolutiva do reino animal.
Aquecimento global súbito dispersou antigos primatas


Um aquecimento global súbito e curto da Terra provocou a dispersão dos símios primitivos há 55 milhões de anos, segundo um estudo, citado pela Lusa, que sugere uma nova teoria sobre a migração dos antepassados dos primatas. Esses símios, do género Teilhardina (o primata mais antigo conhecido na Ásia e na Europa), migraram do sul da Ásia para a Europa e dispersaram-se depois pela América do Norte através da Gronelândia, saltando de árvore em árvore, de acordo com o estudo, publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fósseis de Canelas atraem comunidade científica internacional
Centro de Interpretação Geológica inaugurado ontem

Animais marinhos fossilizados em Arouca, três vezes mais antigos do que os dinossauros, estão a despertar o interesse da comunidade científica internacional e podem ser observados no Centro de Interpretação Geológica de Canelas, ontem inaugurado. Juan Carlos Gutiérrez Marco, paleontólogo da Universidade Complutense de Madrid, frisou "a importância de Canelas para a paleontologia internacional e em especial ibérica, que vai ganhando cada vez mais presença na cultura científica".
Descobertos fósseis de crocodilo marinho com cabeça de dinossáurio
Investigador Diego Pol fala no mais bizarro de todos

Investigadores descobriram na Argentina três fósseis de uma espécie desconhecida de crocodilo marinho, com cabeça de dinossáurio carnívoro, barbatanas e cauda de peixe, que viveu há 135 milhões de anos, informa hoje a revista Science, citada pela Lusa.Este Dakosaurus andiniensis, baptizado de "Godzilla" pelos seus descobridores, "é um dos últimos membros da sua família e certamente o mais bizarro de todos os crocodilos marinhos", escreve Diego Pol, da Universidade do Estado de Ohio, num artigo publicado na revista.
Novos argumentos a favor da origem africana do homem
Erik Seiffert relata a descoberta de duas novas espécies de antropóides


Erik Seiffert, da Universidade de Oxford, e alguns colegas americanos relatam na revista Science a descoberta de fragmentos de queixos em Birket Qarun, no deserto de Fayoum, no Egipto. De acordo com as suas análises, estes fósseis pertencerão a duas novas espécies antropóides, Biretia fayumensis e Biretia megalopsis, com o peso, respectivamente, de 273 e 376 gramas, que terão vivido há 37 milhões de anos. A reconstituição da história e da evolução destes parentes longínquos, a partir de 360 traços morfológicos, sugere que estas duas espécies serão provenientes de uma mesma família, os Parapithecidae, que deriva de um antepassado comum presente no continente africano há 45 milhões de anos.
Paleontólogos brasileiros descobrem novas espécies de fósseis
Alexander Kellner dirigiu a investigação

Paleontólogos brasileiros descobriram fósseis de duas novas espécies de répteis voadores que viveram há 120 milhões de anos numa província chinesa, segundo a revista britânica "Nature", citada pela LUSA. Os restos dos "pterosauros" foram encontrados em Jehol, na província de Liaoning, e pertencem a um grupo que, até agora, só tinha sido encontrado na Europa.
A equipa dirigida pelo brasileiro Alexander Kellner, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, baptizou as novas espécie com o nome de "Feilongus yungi" e "Nurhachius ingnaciobritoi". Os dois répteis teriam uma mandíbula de cerca de 33 centímetros de largura, dentes afiados e asas de 2,4 metros e o "Feilongus" teria duas cristas na cabeça.
Em Jehol, foram encontrados nos últimos anos restos de vários dinossauros. No seu estudo, os peritos brasileiros analisaram a distribuição dos répteis voadores e dos pássaros da pré-história naquela região chinesa.
Descobertas paleontológicas justificam centro de investigação
Vale do Lis rico em fósseis

As várias descobertas paleontológicas no Vale Lis, que incluem o fóssil "menino do Lapedo", marcam o início de um grande centro de investigação internacional de fósseis pré-históricos, defendeu hoje Vítor Lourenço, vereador da Cultura de Leiria, citado pela agência LUSA. Denominada "Habitantes e habitats", esta exposição pretende abordar, de forma integrada, a história da evolução humana, dando como exemplo a bacia do rio Lis, um local onde foram detectados vestígios muito relevantes a nível internacional, como foi o caso do menino do Lapedo, explicou Vítor Lourenço que é também professor de história.
Extinção de mamíferos atribuída a alterações da órbita terrestre

Todas as notícias desta secção:
Descobertos os maiores dentes de mastodonte conhecidos até hoje (2007-07-24)Museu da Lourinhã apresenta fósseis do maior dinossauro carnívoro terrestre conhecido (2007-07-03)
Descoberta na China nova espécie de dinossáurio gigante (2007-06-13)
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Fóssil de anfíbio descoberto na Antártida (2007-04-04)
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Extinção de mamíferos atribuída a alterações da órbita terrestre (2006-10-12)
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Fósseis de Canelas atraem comunidade científica internacional (2006-07-02)
Descobertos fósseis de crocodilo marinho com cabeça de dinossáurio (2005-11-11)
Novos argumentos a favor da origem africana do homem (2005-10-16)
Paleontólogos brasileiros descobrem novas espécies de fósseis (2005-10-05)
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