Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
A violência está de volta a Maputo - Incidentes voltaram esta manhã a Maputo com carga policial sobre os populares. Pelas ruas da cidade o dispositivo policial é enorme. Pilhagens e pneus queimados pintam o cenário da capital

Em 2030, a Humanidade precisa de dois planetas

Ao ritmo do seu consumo actual, a Humanidade precisará de dois planetas no início da década 2030 para responder às suas necessidades, assinala hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) .

A impressão ecológica da humanidade, que avalia o consumo de recursos naturais, excede já 30 por cento das capacidades do planeta para se regenerar, insiste o WWF no seu relatório Planeta vivo 2008, divulgado hoje em Paris.

A pressão da Humanidade sobre o planeta mais do que duplicou nos últimos 45 anos devido ao crescimento demográfico e ao aumento do consumo individual, explica o relatório.

Esta sobre-exploração esgota os ecossistemas e os lixos acumulam-se no ar, na terra e na água.

O desflorestamento, a penúria da água, o declínio da biodiversidade e o desregramento climático provocado por emissões de gases com efeito de estufa, «põem cada vez mais em perigo o bem-estar e o desenvolvimento de todas as nações», explica o WWF.

O ‘Índice planeta vivo’ uma ferramenta que mede a evolução da biodiversidade mundial e que analisa 1.686 espécies de vertebrados em todas as regiões do mundo, diminuiu cerca de 30 por cento nos últimos 35 anos, precisa o relatório.

Tendo em vista o declínio deste índice, «parece cada vez mais improvável atingir o objectivo contudo modesto visado pela Convenção do Rio sobre a diversidade biológica de reduzir a erosão da biodiversidade mundial até 2010», deduz o WWF.

Além da impressão ecológica mundial e do Índice planeta vivo, o relatório apresenta uma terceira medida, ‘a marca da água’, que avalia a pressão sobre os recursos de água à escala nacional, regional ou mundial, resultante do consumo.

Ora a água é um recurso que está muito desigualmente repartido através do mundo.

Assim, meia centena de países vêem-se actualmente confrontados com um stress hídrico moderado ou grave, sublinha o WWF. E o número de pessoas que sofrem de escassez de água todo o ano ou de forma sazonal deverá aumentar devido às alterações climáticas, acrescenta.



Os cientistas e as suas fotos

2006-05-10

Partilhar

Ciência Hoje cria uma nova secção, justamente intitulada «Os cientistas e as suas fotos», com que pretende revelar uma das facetas mais desconhecidas de muitos investigadores: a sua paixão pela fotografia. Esta rubrica é aberta a pessoas de todo o Mundo que sejam investigadores, professores e alunos de qualquer uma das ciências e divulgadores científicos.

No limite serão publicadas, de cada vez, um máximo de dez fotografias. Nada impede, porém, que quem quiser possa publicar mais. As fotos são de tema livre, relacionadas com matérias científicas ou não, não havendo quaisquer entraves aos temas abordados. Também nada impede que quem quiser envie apenas uma, duas, três fotografias.

Estas devem ser legendadas, contendo matéria que seja informação suplementar para a compreensão da imagem. Nota: Cada foto pode ser ampliada com um clique.



- Tiago André Marques, Escócia
- Pedro Cardoso, Dinamarca
- Armando Teixeira Pinto, Estados Unidos
- José Eduardo Cavaco, Covilhã
- Madalena Cruz-Ferreira, Singapura
- Tiago Outeiro, Harvard, Estados Unidos
- H. Carmona da Mota
- Duarte Barral, Boston
- João Hespanha, Califórnia, EUA
- Rodrigo Vargas, IST, Lisboa
- Carlos Correia, Porto
- Vera Assis Fernandes, Coimbra
- João Rodrigues, Madeira
- Quirina Santos Costa, Lisboa
- Manuel Carlos Gameiro da Silva, Coimbra
- José Tourais, expedição ao Gorringe
- Nuno Crato
- Carla António, York
- Duarte Nuno Vieira
- Carlos Durão, Kosovo
- Rio de Janeiro na óptica de Carlos Durão
- Viver entre as árvores

Ciência Viva TV
FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional Ciência Viva


Contactos
Ficha técnica
Estatuto Editorial
Conselho Científico
A Palavra do Leitor
Portuguese Science