Receba as notícias:

Hibernação dos ursos negros do Alasca surpreende cientistas

Metabolismo destes mamíferos diminui muito mais do que o de outros animais

2011-02-20
Ursos hibernam entre cinco e sete meses (Foto: Øivind Tøien/ University of Alaska Fairbanks)
Ursos hibernam entre cinco e sete meses (Foto: Øivind Tøien/ University of Alaska Fairbanks)
Os ursos negros do Alasca conseguem sobreviver sete meses sem se alimentarem e sem perderem massa muscular ou óssea. Este "fenómeno" acontece durante a hibernação, cujas características surpreenderam os investigadores do Instituto de Biologia do Ártico, da Universidade do Alasca. 

Numa investigação pioneira sobre este processo que decorre no Inverno, os cientistas descobriram que estes animais baixam o funcionamento do seu metabolismo até 25 por cento, um valor muito superior ao de outros animais que também passam pelo mesmo. 

O estudo publicado na revista “Science” revelou que estes ursos, no período de hibernação, respiram em média uma ou duas vezes por minuto e que a sua frequência cardíaca desce de 55 batidas por para um mínimo de nove, no mesmo período de tempo.

Últimas notícias

Investigador da UC preside a comissão mundial responsável
pela descrição e classificação de bactérias

Empreendedores Portugueses aceleram nos Estados Unidos
em programa de imersão «inRes»

Universidade de Coimbra no topo
da imagiologia molecular mundial

Leptospirose humana nos Açores:
da resposta imunológica à susceptibilidade genética

«Meu dito, meu escrito» ou de como a Ciência
já conheceu melhores dias em Portugal

O sucesso escolar começa à mesa!

Professora da UMinho vence prémio ibérico de contabilidade

João Falcão e Cunha é o novo director da FEUP

Mega experiência estuda o impacto das alterações climáticas
na biodiversidade da península ibérica

Os porquês do colapso da plataforma de gelo Larsen B

Investigadora de Coimbra reduz em 26,5%
a ocorrência de flebites

Equipa de Coimbra cria aerogel em spray
que permite isolar foguetões

Bioquímica portuguesa homenageada em Estocolmo

Esperar ou não esperar
- o papel da confiança na tomada de decisões

Implantes dentários «ganham» volume ósseo

Em Portugal um tratamento específico
depende da região onde se mora

Eousdryosaurus, o pequeno dinossauro
que viveu num tempo de gigante

Um em cada quatro já traiu

A Ciência da Gestão de Ciência e Tecnologia
– reflexões de uma despedida

A ansiedade de estar doente no hospital?
O ambiente do quarto pode ajudar!

Prémio António Champalimaud reconhece tratamento
revolucionário de doenças graves da visão

João Rocha é o primeiro português
da European Academy of Sciences

O Porto na Guerra Fria

Nariz electrónico pode detectar
subgrupos de asma nas crianças

Oceanos de Esperança chegou a Boston

Braga quer construir travessas de caminho-de-ferro
com resíduos de plásticos mistos

Comer com sucesso no Mercado do Bom Sucesso

Lars Montelius é o novo director do INL

José Xavier participa no Atlas
sobre vida marinha no Oceano Antárctico

Utilizar Software de Código Aberto
permitiria ao Estado poupar milhões de euros