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Domingo, 14 de Março de 2010 ![]() |
EUA criticam Israel
- A presidência norte-americana condenou hoje a decisão israelita de construir 1600 habitações em Jerusalém-Leste, sublinhando que a decisão não é bem vinda em plena visita do vice-presidente, Joe Biden, a Israel
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Fórum Ciência em PortugalAqui discutem-se assuntos gerais sobre o estado da Ciência em Portugal. Utilize este espaço para publicar as suas ideias interessantes para contribuir para uma melhor ciência.Ver conversas activas! Seleccione Página: 1 2 3 4 5 6 7 Não!!!2005-09-06 @ 17:09:45 M. João Sousa escreveu: [Responder]Cara Ana, não volte! Não destrua a sua vida. Volte e Portugal de férias, ou em trabalho temporário, ou em sabática, ou para vir a casamentos, mas jamais para fazer ciência. Fuja! Voltar ou não voltar eis a questão2005-09-13 @ 09:09:32 Anabela de Assis Pinto-Poulton escreveu: [Responder]Acabei de receber este link por email de uma amiga em Portugal e estou aqui como uma esponja a tentar reter tanta informação nova sobre o presente panorama da ciência em Portugal de onde saí há quase 20 anos. Fui fazer o meu PhD no estrangeiro e não voltei. Para grande aborrecimento das instituições financiadoras de bolsas em Portugal, grande parte dos portugueses que saem, nunca mais voltam. Tenho vários estudantes que pretendem vir fazer os seus PhDs comigo aqui em Cambridge, mas parece que a um dos principais problemas em povidenciar bolsas para o estrangeiro é precisamente o receio de que as pessoas não voltem. Na realidde a minha impressão é que há uma discrepância entre a velocidade de formação de pessoas com altas qualificações e as oportunidades oferecidas em Portugal. As pessoas querem voltar, mas as portas estão fechadas! A maior pare das vezes são fechadas na nossa cara pelas instituições que deixámos como alunos e que permanecem com um aatitude de contemplação do seu próprio umbigo e das suas tradições. Creio que o que estou aqui a tentar fazer é duma forma polite á inglesa dizer que o que nos impede de voltar são muitos dinossauros que ainda estão agarrados ás suas posições académicas e receiam inovação e competição de fervilhantes de idéias e informação nova que poderia fazer de Portugal um país competitivo em termos académicos. Esta aliás é a idéia geral de todos os estudantes Portugueses que tenho encotrado nos vários países onde tabalhei e leccionei. A outra cause é a falta de investimento, bolsas e fundos não só em investigação mas em idéias novas e pouco conhecidas nesse País. As bolsas são avaliadas por so-called portuguese experts da área a que a bolsa se propõe. Infelizmete os experts de novas áreas não estão mais aí, assim, continua fomentar-se um ciclo vicioso de apenas subsidiar ciência que já se conhece. No meu caso particular , que trabalho com comportamento , bem-estar e ética animal, fiquei surpresa quando candidatos a PhDs na minha institução me dizem que não conseguem as bolsas porque o bem-estar animal não é considerado uma prioridade em Portugal. Bem se vê que não é!... basta olhar as atitudes dos Portugueses quanto ás directivas da Comunidade Europeia que focam o bem estar animal e as comissões de ética inexistentes nas instituições de investigaçaõe e educação. Por outro lado, o Brazil, tem um investimento frenético no desenvolvimento da sua ciência. Na minha área específica nota-se um interesse crescente em tudo o que tem a haver com o estatudo do animal na comunidade científica e na sociedade, e as Universidades estão muito abertas a co-operação internacional nesta área. o Brazil tem para cima de 150 Faculdade de Veterinária e aquelas que visitei não estão curtas de fundos nem de técnologia avançada. Em alguns casos tem mais acesso a fundos e equipamento do aqui na Universiade de Cambridge e em Oxford onde tabém passei uns anos como PostDoc. Eu vou frequentemente ao Brazil dar cursos e palestras e só não mudo para lá porque o meu marido sendo Inglês, tem a sua vida estabelecida em Cambridge. Não o posso deixar nem aos meus 4 gatos... .: -) Moral da história, se o meu País tivesse dado oportunidades de voltar quando eu as procurei quando acabei o PhD em 1994, teria voltado, mas quando eu procurei emprego em áreas de trabalho relacionadas com a minha especialidade, todas as portas se fecharam. Na realidade não somos nós que não queremos voltar!.. Por outro lado se eu tivesse voltado , nunca teria me transformado no que sou hoje. Estou feliz e sinto-me completa com aquilo que faço. Sou a directora e fundadora de Cambridge e-Learning Institute, CEI (www.cambridge-elearning.com) uma empresa que providencia educação online em assuntos de ciências da via e tem alunos e tutores de todo o mundo. CEI tem agora uma representação em Portugal ( CEI -Portugal www.cambridge-elearning.com/Pt) e outra no Brazil. estamos presentemente em negociações com várias Universidades na Australia, USA e Brazil para levar os nossos cursos online aos seus estudantes. Em balanço final estou agora consciente que nunca deveria ter voltado, mas no meu coração tenho saudades da Pátria e dos Portugueses. Queria voltar sim, mas como diz a M João Sousa, ir aí dar uns cursos nalguma institução, ser responsável pela cadeira de bem estar animal e ética mas morar em Cambridge. Afinal com o preço dos voos da Ryanair para o Porto, para quem mora no UK até se pode vir a casa para almoçar. Sempre é mais prático ir ao Porto dar as aulas do que ao Brazil. E sempre se foge da chuva once in a while! Partir ou não ?2005-09-29 @ 16:09:47 ana teixeira escreveu: [Responder]sou eng zootecnica , e tenho perfeito conhecimento do estado da ciencia em Portugal , porque o sinto todos os dias na pele. As restantes areas não estão melhores. a questão é ficar e tentar mudar as coisas ou partir? Para mim a resposta é clara eu adoro Portugal e não estou a ver-me a viver noutro Pais . Lanço é o desafio ás pessoas que partiram e que actualmente tem posiçoes importantes noutros paises que tentem dar um contributo para mudar aquilo que se passa em Portugal . e que acima de tudo se chama PODER INSTITUIDO!!!! Precisamos de gente que volta!2005-10-11 @ 19:10:38 Anna Olsson escreveu: [Responder]Felizmente tenho uma visão mais positiva a partir da minha experiência própria. Estou aqui desde 2001, primeiro como postdoc e agora como investigadora auxiliar. Tenho um excelente ambiente de trabalho, um laboratório que consegui montar atraves de projectos financiados e com ajuda do instituto, tenho conseguido colaborações interessantes tanto ao nível nacional como internacional, publico tanto como qualquer um dos meus colegas em outros países europeus e não estou minimamente arrependida de estar em Portugal. O que mais falta faz neste momento ao grupo de investigação do qual sou co-coordenadora, é um postdoc com qualificação na nossa area de investigação (ciências de animais de laboratório). Sinto me confiante que posso oferecer condições de trabalho decentes a esta pessoa, mas falta-me a pessoa! Sei que tenho tido sorte, e sei que há problemas especificos à situação portuguesa. Mas também sei que há problemas em outros sítios, as vezes semelhantes, as vezes diferentes. E não acho que haja razão para não explorar a possibilidade de fazer ciência em Portugal. O camhino também se faz caminhando. Ciência em Portugal?2005-11-09 @ 21:11:31 David Aragão escreveu: [Responder]Eu estou a acabar um doutoramento misto entre Portugal e França (Grenoble). No entanto logo que acabe não conto procurar continuar a minha carreira em Portugal. Os últimos anos tem sido dificeis e não se espera melhores ventos para breve. Em Portugal um jovem cientista não é valorizado e tem condições de trabalho fracas para as qualificações que tem e para o que se deveria esperar que contribuisse. Curioso que em alguns dos problemas da falta de condições ainda há quem lute para as melhorar: http://www.bolseiros.org/pdfs/7medidasNov2005.pdf Mas depois há ainda que mudar as mentalidades e isso vai ser certamente mais lento. Boa ciência para todos, David Regressar a Portugal2005-11-10 @ 08:11:14 Prof. Carlos Corrêa escreveu: [Responder]Doutorei-me em Oxford (D.Phil.) em 1966 com um trabalho sobre Radicais Livres sobre a orientação do Prof. W. A. Waters e voltei a doutorar-me em Portugal, com trabalho um pouco diferente, em 1967, pois naquele tempo não havia equivalências de doutoramentos. Também não havia a facilidade que há hoje para realizar investigação em Portugal (toda a gente quer investigasr...), e o que hoje existe foi o resultado do trabalho que todos nós, os mais velhos, os que regressamos, desenvolvemos para criar as condições que hoje temos. Desde sempre a fuga de cérebros para países mais adiantados é um facto. Muitos cientistas importantes partiram de Inglaterra e de França para os Estados Unidos, como muitos portugueses se deixam encantar com as condições que encontram noutros países da Europa. Por este andar os cientistas acumulam-se todos nos Estados Unidos... As pessoas têm dimensões muito diferentes. Algumas já não cabem em Portugal, mas esperam que as outras arranjem espaço para elas ... voltar. A atitude dos cientistas Portugueses relativamente aos animais2005-11-10 @ 09:11:33 Anabela Pinto escreveu: [Responder]Desde que comecei a trabalhar em bem estar animal aqui em Cambridge desenvolvi um interesse na atitude dos cientistas portugueses sobre o estatuto moral dos animais usados pelo homem, não só em ciência, mas em produção, espectáculos, de companhia, etc. A minha percepção é que existe uma grande confusão entre a ciência do bem estar animal, e os movimentos de protecção e direitos dos animais. No entanto confesso que a minha opinião sobre o que se passa em Portugal é vaga e distante já que estou fora do país há 20 anos. A minha impressão é que cientistas trabalhando em bem estar animal em Portugal, são poucos e podemos usar uma mão para os contar. Felizmente me parce que os poucos que aí existem são de qualidade e estão a fazer boa ciência. É interessante comparar as minhas opinões com as da Anna Olsson sobre a ciência em Portugal. Quando nos encontramos sempre discutimos este assunto e continuamos a divergir. Enquanto que eu mantenho uma visão negativa a Anna Olsson sempre apresenta argumentos optimistas e encorajadores. Creio que as nossas opiniões são certamenet influenciadas pelo local de trabalho e a sorte que nos determina o destino. Estou feliz por vêr que finalmente alguém em Portugal está a fazer ciência séria na área do bem estar animal, e muitos mais existem que o querem fazer, o problema é encontrar que vai subsidiar tal ciência. Frequentemente tenho pessoas escrevendo para vir fazer especialização no nosso grupo aqui em Cambridge , infelizmente o problema não está na falta de vontade nos nossos candidatos a cientistas, mas sim na estrutura que suporta essas candidatos. Porque meus amigos, algo que não mudou em 20 anos foi o conceito de que boa ciência é tudo aquilo que se prende com technologias de ponta, tipo biotechnologias. Tudo o que tenha a ver com biologia molecular é suficente para impressionar quem selecciona os candidatos a bolsas. Como sou bióloga, não sei que se passa nas outras áreas em termos de "funding". Mas o que me parece é que nesta questão dos animais, ainda se pensa que isso é tudo uma piéguisse de meia dúzia de tias que vão dar comida aos gatos abandonados da vizinhaça. Neste aspecto o Brazil está muito além de Portugal. Existe um interese crescente e borbulhante entre os veterinários, biólogos, zootécnicos para aprender mais sobre esta matéria. As Universidades estão interessadas em proporcionar disciplinas em bem estar animal e presentemente estamos a trabalhar na produção do primeiro mestrado em bem estar animal e etologia na UNESP no campus de Jaboticabal. Esta universidade, provávelmente a maior no estado de São Paulo com campus espalhados por todo o estado , tem facilitado recursos para a promoção de cursos de formação profissional nesta área com a participação de especialistas estrangeiros, dos quais também faço parte como Professora convidada. Gostaria de ouvir a vossa opinião sobre este aspecto. Acham que a problemática do bem estar animal deveria ser uma área a que deveria ser dada maior consideração pelos institutos e agências que subsidiam a investigação? Entre o controle e o desejo - representações socias da obesidade2005-11-26 @ 18:11:42 Heleni Barreira de Brito escreveu: [Responder]Sou brasileira, psicóloga e professora universitária. Estou iniciando o doutoramento e gostaria de realizar estudo etnográfico comparando sujeitos de contextos diferentes, de Fortaleza e de alguma cidade portuguesa, como Porto, lisboa etc. Desejo obter informações de como proceder para fazer parte do rabalho de campo referente à minha investigação a'em Portugal. Grata, Helene Em Portugal não é possível o desenvolvimento!2005-12-01 @ 14:12:58 Ilda Vaz Pinto escreveu: [Responder]Aos que estão fora do País desjo as maiores felicidades, aos que estão cá, não desistam de lutar. No Estado não se pode confiar, legislação existe mas são os prórprios Organismos do Estado os primeiros a desrespeitá-la. Todos sabemos que a Lei Laboral reconhece o Estatuto do Trabalhador Estudante, dispensando este para algumas aulas, bem como para exames. A DIRECÇÃO GERAL DE VIAÇÃO não permite aos seus trabalhadores que usufruam de tal Estatuto, impedindo-os, assim, de se valorizarem pessoal e profissionalmente. Com Directores-Gerais que não cumprem, não respeitam a Lei nem os seus colaboradores, este País não pode nunca evoluír. Já o Salazar dizia "Abençoada ignorância que tornas o Povo tão feliz". Com esta atitude, só posso pensar que embora a Lei diga uma coisa, os Dirigentes dos Serviços terão instruções para actuarem em sentido contrário. Talvez seja do interesse de algum Partido Político manter o Povo no obscurantismo. Conclusão: -Quanto maior a ignorância, mais fácil a exploração do Homem pelo homem. Explico o porquê de H e h, H é o que trabalha e luta com dignidade, h é o oportunista, sendo este o meu conceito pessoal, muito embora eu creia que aqueles que designo h se julguem H, pelo simples facto de serem os detentores do Poder, o mau é abusarem dele. futuro em Portugal2005-12-16 @ 08:12:01 edite Costa escreveu: [Responder]Sou economista, e tenho sentido na pele a falta de rumo politico, social e económico que este país anda a atravessar há muito tempo. O aparecimento nos últimos anos de uma classe politica sem formação, sem interessse em fazer deste país a joia da Europa, tem nos levado ao estado de calamidade em que nos encontramos. Tenho 39 anos e acredito no futuro por inerência da idade mas é uma verdade que em Portugal é necessario acreditar muito, e gostar muito deste País para deixar passar por nós oportunidades que nunca mais voltarão. Aconselho a todos aqueles que gostem de Portugal em promovê-lo junto de entidades externas pois talvez seja através de apoios estrangeiros e de uma procura constante para realizar foruns e pesquisas em Portugal com portugueses, que voltemos a acreditar nas potencialidades e capacidade do nosso povo em vez de nos deixar fugir. Doutoramento em Avaliação Neuropsicológica2005-12-21 @ 15:12:28 Andreia Ferreira escreveu: [Responder]Sou licenciada em psicologia e preparo-me agora para iniciar um Doutoramento na Universidade de Aveiro na área da Avaliação Neuropsicológica. Procuro neste forum alguém com interesse nesta área por forma a que possamos trocar ideias, bibliografia ou experiências. Boa Ciência para Todos Seleccione Página: 1 2 3 4 5 6 7 Comentar já!Fique a par das conversasClique neste ícone para subscrevero canal RSS.
Conversas activasClique para entrar na conversa!Relato de uma aluna de doutoramento2010-02-23 @ 13:02:54 Ana escreveu: [Responder]Estou a escrever a minha tese de doutoramento. Já acabei a minha bolsa e estou a à 3 meses sem ganhar. Na instituição onde estou não existem aulas suficientes para dar e ganhar algum dinheiro e começar uma carreira de professor. Não posso receber subsidio de desemprego... como é lógico e compreensível!! Tenho 30 anos, tenho família e as minhas prespectivas neste momento são nulas, o mais certo é sair da vida académica e ir para uma empresa para uma vaga de licenciado com muita sorte. Sair de Portugal no meu caso pessoal teve sempre fora de questão, admiro quem o faça. Com o meu conhecimento actual (e a nível de Portugal), neste momento a minha conclusão é a seguinte: DAMOS MUITO MAIS DA NOSSA VIDA À INVESTIGAÇÃO DO QUE ELA NOS DÁ A NÓS. O interesse na descoberta, desvanece-se com o tempo porque amor à camisola já o tive no inicio agora pode-se dizer que tenho que ficar conformada com a minha situação e mudar de rumo. psicologia social e das organizaÇões2010-01-13 @ 12:01:13 Nilton escreveu: [Responder]Pessoal . Sou licenciado em Psicologia Social pelo iscte antes da assinatura do processo de bolonha será possivel exercer psicologia clinica. Alguém saberá responder-me Este país não é para criadores2009-11-16 @ 20:11:47 Teixeira escreveu: [Responder]Nuno Figueiredo, não sei o que procura exactamente, mas neste país, até para quem tivesse descoberto o Elixir da longa vida entraria rapidamente na antecâmara do inferno, quando quisesse ver reconhecida a sua descoberta. Todas as portas se fecham. Não há lugar para novidades (a não ser as tecnológicas). No meu caso, cheguei a apresentar um problema que envolvia física(campos) a físicos, que me responderam que "não trabalhavam nessa área"! É claro que ninguém está a trabalhar em áreas novas pela simples razão de serem novas! (eles tinham os equipamentos necessários mas não quiseram colaborar para a "glória dos outros"!). O ambiente é este. Ai de quem pensa pela sua própria cabeça num país destes! Inventores e criadores portugueses2009-10-29 @ 23:10:34 Nuno Figueiredo escreveu: [1 comentário - Ver]Existem? Onde posso encontrar pessoas interessadas em dar vida a ideias inovadoras? obrigado Estágio2009-10-15 @ 23:10:38 Joana escreveu: [Responder]Olá!Sou licenciada em Genética e estou neste momento no 1º ano do Mestrado em Oncologia do ICBAS. Como sou cá do Porto tenho muito tempo livre e estava interessada em estagiar numa qualquer instituição de forma a poder aumentar o meu conhecimento a nível científico e ainda melhorar o meu desempenho a nível laboratorial. Alguém me aconselha alguma instituição?:/. Obrigada! Investigação, como quando e onde?2009-08-22 @ 22:08:14 Cila escreveu: [1 comentário - Ver]Olá, sou veterinária em Portugal e exerço clínica de pequenos animais há 4 anos. Decepcionei-me com a pratica clínica e pretendia dedicar-me à investigação numa área relacionada. Mas não sei como me virar. Onde me candidatar a mestrados, como concorrer para professor universitário... que passos dar e onde me informar. Alguém me poderia ajudar? Obrigado Pós-doutorado em recursos naturais em ambiente de cerrado e agricultura familiar2009-07-22 @ 22:07:36 Prof. Dr. José Adolfo iriam Sturza escreveu: [Responder]Sou professor de geografia na Universidade Federal de Mato Grosso e gostaria de ter informações sobre pesquisadores ou grupos/centros de pesquisa onde poderia fazer estágio de Pós-Doutorado sobre recursos paisagísticos e agricultura familair em ambeinte de Savana (Cerrado). 2009-07-20 @ 22:07:31 André Barros escreveu: [Responder]Olá, Eu sou estudante de bioengenharia na FEUP/ICBAS. Eng. Biomédica é um dos ramos que o curso de bioeng. oferece. Ou seja, se seguires bioeng. no 2º ano tens que optar por um ramo e aí sim encontras um ramo de eng. Biomédica. Cumprimentos bioengenharia vs engenharia biomédica2009-07-02 @ 11:07:33 ana escreveu: [1 comentário - Ver]olá! tenho uma grande dúvida neste momento. será que me podiam esclarecer sobre a diferença entre bioengenharia e engenharia biomédica? qual me dará mais saidas profissionais? obrigada Mestrado em Etologia2009-06-23 @ 13:06:56 Inês Lopes escreveu: [2 comentários - Ver]Estou interessada no mestrado em Etologia. Alguém me pode dizer onde posso tirar um mestrado em etologia? Inês Lopes 963002683 inceticida2009-05-31 @ 20:05:22 João Dias escreveu: [Responder]Tenho a noção do perigo, no acto que pratiquei ao incinerar carvão de um grelhador, com um spray mata moscas, gostaria de saber se os químicos libertados e julgo incinerados, são perigosos e se podem ficar depositados no carvão, se foram libertados para a carne assada EXplicaçÕ2009-05-14 @ 20:05:40 tiago Lisboa escreveu: [Responder]Penso que a resposta a essa questão se deve ao facto de para além do cérebro ser celularmente sensivel também produz contextualizações ideologica que fragilizam o homem na sua relação com os outros dai uma fragilidade cerebralmente ideológica Paradigmas da Ciencia2009-03-15 @ 16:03:08 Antonio de Sousa escreveu: [2 comentários - Ver]Boas, será possivel ter algumas opiniões sobre "Paradigmas da Ciencia" ? Gratos animais portugueses em vias de extinçao2009-02-28 @ 15:02:28 maria joao santos nunes escreveu: [Responder]gostava de saber porque é que alguns animais portugueses estao em vias de extinçao. Investigacao fora de Portugal2008-06-23 @ 14:06:31 Ana escreveu: [Responder]Estou a acabar o doutoramento numa universidade inglesa prestigiada e no entanto deparo-me com um nivel de ciencia bastante a margem do que esperava. Obviamente que no que diz respeito a fundos e indiscutivel mas fico perplexa quando vejo pouca massa critica nas reunioes onde cada um de nos apresenta o seu trabalho. Na maioria dos casos parece que todos querem ser simpaticos e nao criticar muito os trabalhos uns dos outros. Ou cada um de nos 'e tao bom que o seu trabalho e indiscutivel ou entao parece que as pessoas so la vao picar o ponto. Infelizmente ainda nao tive o prazer de trabalhar num laboratorio em Portugal mas cada vez tenho mais vontade. De alguma forma parece que aqui estou a perder o meu tempo. |
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