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Segunda-feira, 15 de Março de 2010 ![]() |
EUA criticam Israel
- A presidência norte-americana condenou hoje a decisão israelita de construir 1600 habitações em Jerusalém-Leste, sublinhando que a decisão não é bem vinda em plena visita do vice-presidente, Joe Biden, a Israel
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Laboratório de Polícia Científica tinha 8863 exames pendentes desde início do anoLPC comemora 50 anos de existência2010-02-24
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| Marina Costa Lobo ajuda indecisos |
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| Nova técnica para a detecção e revelação de impressões digitais |
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| Debate pretende desmistificar série CSI |
«Eutanásia e Suicídio Medicamente Assistido: legalização ou não?» – um tema controverso que reúne à mesma mesa um jurista, um médico, um padre e um cientista, para dizerem o que pensam sobre a Eutanásia.
Este debate integra-se no ciclo de conferências e debates «Introdução às Ciências Forenses e Neurociências», a decorrer entre a próxima segunda e sexta-feira, a partir das 10h, no auditório da reitoria da Universidade de Coimbra (UC).
Dirigida a alunos de todas as instituições universitárias do país, a iniciativa é organizada pelo Núcleo de Estudantes de Biologia da Associação Académica de Coimbra, e pretende proporcionar o “acesso a eventos de elevada qualidade para que os estudantes adquiram competências científicas", afirma José Cruz, da organização.
O caso do desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann, no Algarve, em 2007, poderia ter tido outro desfecho se as autoridades tivessem recorrido a uma peritagem a partir dos vestígios de pólen nos objectos, afirmou hoje Mafalda Faria, cientista forense. 
A Universidade de Lisboa foi uma das instituições de ensino escolhidas pelo Ministério da Administração Interna para monitorizar e cooperar a implementação do Contrato Local de Segurança (CLS) de Loures. Os CLS estão integrados na Estratégia de Segurança definidos pelo Governo para 2008 e têm vindo a ser assinados com várias autarquias mas também com algumas instituições, nomeadamente Universidades.
As universidades terão um papel de monitorização do contrato local de segurança criando modelos académicos intervenção, que irão auxiliar a actividade da PSP, como explicou à Lusa o professor Pedro Barbosa, vice-residente do Observatório de Segurança e investigador do Centro de História da Universidade de Lisboa, um dos parceiros deste contrato.
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| Ambiente familiar é o maior responsável pelo regresso à cadeia |
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| Um só cabelo permite saber onde estava alguém há semanas |
Um só cabelo é suficiente para reconstituir os movimentos de uma pessoa nos Estados Unidos, graças a um novo teste que poderá permitir à polícia verificar os álibis ou identificar as vítimas de homicídios, revela um estudo.
Com a ajuda de simples amostras de água da torneira e restos de cabelos recolhidos nos cabeleireiros de todo o país, investigadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram pôr em evidência diferentes químicos, suficientemente significativos para servir de marcadores geográficos.
Investigadores na Dinamarca desenvolveram um método que permite apurar, através da análise da lente do olho, a data de nascimento de uma pessoa, revela um estudo hoje publicado pela revista científica PLoS ONE.
A Universidade Fernando Pessoa (UFP) promove, a partir do próximo dia 4 de Março, a primeira edição do Curso Sintético de Investigação Criminal em Catástrofes (CSI) que pretende transmitir conhecimentos específicos inerentes ao interesse da realização da autópsia médico-legal, designadamente no que concerne à determinação da causa da morte; à identificação das vítimas, através da utilização dos métodos tradicionais e da análise do DNA, bem como a aspectos relativos ao acompanhamento psíquico dos sobreviventes, dos familiares das vítimas e dos profissionais chamados a intervir nestas situações. ![]() |
| Laborinho Lúcio comentará as conferências |
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| Quarenta por cento dos reclusos consomem drogas nas prisões |
A 1ª conferência do Simpósio de Direito Processual Penal que terá como principal tema “A investigação e suas exigências no processo penal” realiza-se na próxima segunda-feira, pelas 15 horas, no Auditório B1 do Campus de Gualtar da Universidade do Minho, em Braga. Conta com a presença de José Souto de Moura, Procurador-Geral da República e do Juiz Conselheiro Henriques Gaspar, Vice-Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Organizado pela Escola de Direito da Universidade do Minho, actualmente presidida por Luís Gonçalves, este Simpósio constitui-se como uma homenagem ao Professor Doutor Jorge de Figueiredo Dias que, entre muitas notas do seu elevado curriculum, foi o presidente da Comissão de elaboração do actual Código de processo Penal (CPP). O homenageado estará também presente nesta conferência.
Juristas, biólogos e ambientalistas vão meter mãos a uma obra invulgar em Portugal. Tendo por cenário a Reforma Penal que está a ser realizada em Portugal, especialistas portugueses e estrangeiros em direito e biologia vão discutir novas solução para a área do Direito do Ambiente que possam ainda ser aproveitadas pelo legislador para o futuro Código Penal português, no que concerne os crimes contra a natureza e o crime de poluição. 
O Crime em Portugal tem agora mais uma razão para ficar apreensivo. A Faculdade de Direito da Universidade do Porto (FDUP) vai arrancar já no próximo ano lectivo com a primeira licenciatura em Criminologia do país. São 20 as vagas disponíveis para o actual concurso nacional de acesso ao ensino superior, às quais se juntam outras 20 no regime de acesso a maiores de 23 anos não licenciados.
A mudança da acção da Justiça passa por uma maior e mais profunda utilização das tecnologias proporcionadas pelo desenvolvimento da Sociedade da Informação. Para que tal aconteça, o sector terá que aprender a actuar "em tempo útil, com evidência e transparência processual, em segurança, com a confidencialidade esperada e com qualidade". Esta é uma das conclusões do estudo "e-Justiça – O que o sector da Justiça em Portugal tem a ganhar com o desenvolvimento da Sociedade da Informação", realizado por um grupo de trabalho da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI). Coordenado pelos professores João Bilhim e Maria Helena Monteiro, o e-Justiça defende igualmente mudanças na legislação processual para que as novas ferramentas tecnológicas possam ser utilizadas e na arquitectura organizacional da administração da Justiça.
O tema do comércio electrónico é muito extenso e origina temáticas muito distintas que vão desde as comunicações não solicitadas, à responsabilização dos prestadores de serviços ou à contratualidade. Foi isso que ficou provado na tarde de ontem, no segundo dia do ciclo de conferências "Leis Portuguesas na Sociedade da Informação", promovido pela APDSI, em parceria com o Gabinete de Estudos da Ordem dos Advogados, que se debruçou sobre a Lei do Comércio Electrónico e a legislação relacionada da Assinatura Digital e da Factura Electrónica.
Embora tenha sido um esforço legislativo louvável para o seu tempo, a Lei da Criminalidade Informática necessita de alguns aperfeiçoamentos, defenderam os oradores convidados do primeiro dia do ciclo de conferências "Leis Portuguesas na Sociedade da Informação", promovido pela APDSI em parceria com o Gabinete de Estudos da Ordem dos Advogados. A Lei da Criminalidade Informática foi o tema escolhido para a discussão do final do dia de ontem. Esta terça-feira, a atenção vai centrar-se nas Leis do Comércio Electrónico e amanhã, o último dia deste ciclo de conferências, irá abordar-se a Lei do Direito de Autor.Os presentes consideraram que a Lei da Criminalidade Informática, datada de 1991, foi um esforço legislativo conseguido, mas apontam – lhe algumas lacunas que necessitam de ser revistas, como por exemplo no caso da descoordenação entre o regime que estabelece esta lei e o regime que estabelece a lei que lhe é mais directamente conexa, o Código Penal. "A Lei da Criminalidade Informática assentou no Código Penal anterior por isso é normal que tal aconteça", referiu José Moutinho, um dos juristas presente no painel.
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| Norman Fairclough |

Diogo Freitas do Amaral, Adriano Moreira, Jorge Miranda e Daniel Serrão são alguns dos nomes da lista de moderadores que participarão no segundo colóquio internacional do Instituto Jurídico Interdisciplinar da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (FDUP) que se realizará de terça a quinta-feira da próxima semana, dias 8, 9 e 10 de Novembro.
Sob o título “Direito Natural, Justiça e Política”, o colóquio dá corpo ao propósito do Instituto Jurídico Interdisciplinar da FDUP, dirigido pelo professor Paulo Ferreira da Cunha, de promover o diálogo entre as diferentes Ciências do Direito e os saberes não jurídicos, nomeadamente a Sociologia, a Política, a Teologia, a Arte e Literatura e até mesmo a Medicina.



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