Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010 ![]() |
A violência está de volta a Maputo
- Incidentes voltaram esta manhã a Maputo com carga policial sobre os populares. Pelas ruas da cidade o dispositivo policial é enorme. Pilhagens e pneus queimados pintam o cenário da capital
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Pensar em analgésicos alivia a dorInvestigadores de Michigan analisam o papel das endorfinas2005-08-24 ![]() A simples ideia de tomar um analgésico basta para levar o cérebro a ordenar a secreção de substâncias que aliviam a dor, indica um estudo hoje publicado na revista médica norte-americana, Journal of Neuroscience, citado pela LUSA. Investigadores da Universidade de Michigan, liderados por Jon-Kar Zubieta, dizem ter provado pela primeira vez que as endorfinas, conhecidas como "os analgésicos do cérebro", desempenham um papel importante no chamado "efeito de placebo". O placebo é uma substância inócua que supostamente não devia ter efeitos. Todavia, descobriu-se que muitas pessoas têm uma reacção fisiológica ao placebo que consiste, na maioria dos casos, numa redução da dor. Segundo Jon-Kar Zubieta, professor de Psiquiatria e Radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, este é o primeiro estudo de um mecanismo químico cerebral específico ligado ao "efeito placebo". Zubieta, hoje citado no Journal of Neuroscience, acrescentou que se trata de "um revés para a ideia de que o efeito placebo é um fenómeno puramente psicológico, não físico". Diz ele: "Observámos que o sistema das endorfinas se activa nas zonas do cérebro ligadas à dor e que essa actividade aumenta quando se diz a um paciente que vai tomar um analgésico", o que faz com que este sinta um alívio da dor. Disse ainda que ficou demonstrado no estudo que existe uma ligação entre o corpo e a mente e que esta "é bastante clara". A conclusão baseia-se na "scannerização" cerebral de 15 jovens que autorizaram os investigadores a injectar-lhes nos músculos dos maxilares uma solução concentrada que lhes causaria dor. Durante os exames, foi dito aos participantes que iriam tomar um medicamente que lhes aliviaria a dor e que era, na realidade, um placebo. A actividade cerebral dos voluntários revelou nesse momento uma maior secreção de endorfinas e uma redução da dor, afirmam os investigadores. ComentáriosRogério Paulo, em 2008-04-15 às 13:12, disse:Que notícia fantástica. Ela veio de encontro ao que se diz no Yoga do Riso, que rir alivia a dor e que faz ver a vida numa prespectiva mais positiva pois rir motiva o fabrico de endorfinas. Rir da dor, então alivia. |
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