Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010 ![]() |
A violência está de volta a Maputo
- Incidentes voltaram esta manhã a Maputo com carga policial sobre os populares. Pelas ruas da cidade o dispositivo policial é enorme. Pilhagens e pneus queimados pintam o cenário da capital
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Investigadores do IPO de Lisboa identificam mutação de gene de cancro da mama hereditário2007-05-22 Investigadores do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa identificaram a mutação de um gene associado ao cancro da mama hereditário, abrindo caminho a um diagnóstico mais rápido da doença, anunciou hoje a instituição. Os investigadores do Centro de Investigação em Patobiologia Molecular do IPO conseguiram identificar um tipo raro de mutação no gene BRCA2, tendo os resultados desta pesquisa sido publicados na última edição da revista científica "Journal of Clinical Oncology". Foi já identificada a mutação desse gene em 21 famílias portuguesas, um diagnóstico realizado depois de aconselhamento na Consulta de Risco Familiar de Cancro da Mama, refere o comunicado hoje divulgado pelo IPO de Lisboa. No total, os investigadores estimam que cerca de 1.200 pessoas sejam portadoras desta alteração genética, uma mutação que ocorreu num antepassado comum há centenas ou milhares de anos. Os especialistas do IPO trabalharam durante dois anos para identificar esta mutação genética, que é a primeira mutação fundadora portuguesa, o que vai permitir identificar imediatamente quais as famílias de alto risco, explicou à agência Lusa uma fonte da instituição. Esta descoberta pode ainda possibilitar um diagnóstico mais rápido da doença e levar a uma prevenção através de medidas cirúrgicas. O cancro da mama é o tumor maligno que mais afecta as mulheres portugueses e entre 5 a 10 por cento do total de casos são hereditários. ComentáriosDália Costa, em 2007-05-23 às 14:06, disse:Fico duplamente contente pelo resultados das investigações: pela ciência e pela qualidade dos investigadores no IPO e, em termos pessoais, pelos avanços na identificação de causas de ordem genética no cancro da mama. Tenho 32 anos, a minha mãe faleceu aos 42 anos com cancro da mama e a minha bisavó (avó materna da minha mãe) falecera, igualmente nova, com a mesma patologia. Quando penso que a minha mãe só viveu mais 10 anos do que eu... fico com um nó na garganta. É menor do que o da perda mas reforça (ainda mais) o meu optimismo por me sentir numa 'linhagem' hereditária cujo padrão genético pode ter algum significado... Estas noticias, creio, tranquilizam pessoas com experiências similares à minha. Bem hajam pelo vosso trabalho em prol dos outros. Dália Costa |
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