Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010 ![]() |
A violência está de volta a Maputo
- Incidentes voltaram esta manhã a Maputo com carga policial sobre os populares. Pelas ruas da cidade o dispositivo policial é enorme. Pilhagens e pneus queimados pintam o cenário da capital
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Uma dose diária de café poderá prevenir doença de Alzheimer2007-11-22
Grupos de investigadores da universidade de Coimbra, a exemplo do que acontece em outros centros de investigação internacionais, estão empenhados em desenvolver uma pesquisa básica para perceber os mecanismos da doença neurodegenerativa, identificar alvos terapêuticos e testar compostos para avaliar se são neuroprotectores. Os estudos têm-se direccionado especialmente para a Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que afecta no mundo 20 milhões de pessoas e em Portugal 70 mil, e que com o aumento da esperança de vida se prevê que venha a ter um crescimento acelerado. "Esses estudos são importantes. Mostram que os próprios hábitos podem influenciar a doença de Alzheimer, como acontece com as cardiovasculares", declarou à agência Lusa Cláudia Pereira, investigadora do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra. Um desses grupos, de que faz parte Cláudia Pereira, vem-se dedicando nos últimos anos ao estudo da doença de Alzheimer e a avaliar a influência do café na prevenção da doença, procurando, por essa via, descobrir substâncias activas para a produção de fármacos. "Poderá eventualmente haver uma estratégia terapêutica para problemas associados à memória. Poderá ser um princípio activo de fármacos em doenças neurodegenerativas", considerou em alusão à cafeína, durante uma conferência que hoje proferiu no Museu da Ciência de Coimbra, intitulada "Quando a memória nos atraiçoa". Para Cláudia Pereira, "uma dose diária de café, de certo modo, retarda o surgimento da doença". Isso foi concluído pela análise comparativa de pessoas que ao longo da vida tinham o hábito de tomar café, e outras que não o integravam na sua dieta. Laboratorialmente têm-se realizado testes com cafeína em ratinhos. A doença de Alzheimer surge geralmente a partir dos 65 anos e os doentes acabam por morrer cerca de oito anos depois, com a degradação acelerada das faculdades, de perda acentuada de memória, e também das aptidões motoras. Estudos realizados concluíram já que a perda de neurónios ocorre muito antes de se revelar doença, referiu Cláudia Pereira, daí a importância de se perceberem os mecanismos da perda da memória. A comunicação "Quando a memória nos atraiçoa" enquadrou-se num ciclo intitulado "conversas com cientistas" a decorrer esta semana no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. ComentáriosCecilia Rosa, em 2007-11-23 às 18:21, disse:Todos os avanços na investigaçao sao bem vindos!Bom Trabalho! TEnho uma questao-E verdade que o aparecimento de herpes cerebro podera causar Alzheimer?Ou estou mal informada? |
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