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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010 ![]() |
Vivo sob os escombros um mês depois
- Um homem de 28 anos foi encontrado ontem com vida entre os escombros de um edifício no Haiti, onde terá estado preso desde 12 de janeiro
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Cientistas propõem «migração assistida» de espécies2008-07-18
Num estudo hoje publicado pela revista Science, cientistas dos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido afirmam que as alterações climáticas e a existência de barreiras criadas pelo homem impedem a migração de muitas espécies que procuram novos locais para viver. Como exemplo, referem algumas aves de zonas montanhosas do sul da Europa que não conseguem emigrar para Norte, em busca de temperaturas mais frias, sem ajuda humana.
"Agora, perante a realidade do aquecimento global e o aumento das espécies em perigo ou em extinção devido às alterações climáticas, vejo que existe uma nova disponibilidade da comunidade conservacionista para discutir a possibilidade de ajudar as espécies, mudando-as de sítio". Todavia, antes de se proceder a uma "migração assistida", estes cientistas consideram necessário estudar em profundidade todas as variáveis biológicas. E isso porque a deslocalização de espécies envolve muitos riscos: podem não sobreviver ou tornar-se invasivos ao crescerem desmedidamente sem predadores, em detrimento de espécies nativas dos novos locais. Segundo Chris Thomas, do Departamento de Biologia da Universidade de York, no Reino Unido, a migração assistida de uma espécie poderá ser perigosa para outras, sendo preciso "analisar cuidadosamente as vantagens e desvantagens de cada caso". E Parmesan dá um exemplo: "Podemos assistir passivamente à migração dos recifes de coral poderá, mas seria inaceitável transplantar ursos polares para a Antártida, onde provavelmente causariam a extinção dos pinguins". Chris Thomas recorda que já se realizaram transferências de espécies dentro de uma mesma região geral, entre a França e o Reino Unido, por exemplo, sem que isso tenha causado graves problemas biológicos. "Está cada vez mais perto o momento em que teremos de identificar espécies a precisar de protecção… e começar a tomar medidas", adverte o cientista. Comentários |
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