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Plástico decompõe-se na água e liberta elementos tóxicos

Estudo contradiz a ideia
de que este material é indestrutível

2009-08-21
A situação no Oceano Pacífico é preocupante
A situação no Oceano Pacífico é preocupante
Um estudo dado a conhecer esta semana indica que o plástico se decompõe rapidamente na água. Ao decompor-se, liberta substâncias muito tóxicas.

Liderada pelo Katsuhiko Saido, a investigação foi apresentada quarta-feira em Washington, no 238º Encontro Nacional da American Chemical Society, que ontem chegou ao fim.
O plástico que se utiliza diariamente é considerado estável. Contudo, os investigadores descobriram que no oceano se decompõe por estar exposto ao sol, à chuva e às mais diversas condições ambientais.

Segundo Katsuhiko Saido, químico e professor da Faculdade de Farmácia da Universidade de Nihon, Japão, esta fonte de contaminação está para durar. Só no Japão são despejados para o oceano todos os anos 150 mil toneladas de plásticos.

A sua acumulação cria vastas extensões de resíduos que flutuam nos oceanos, como a conhecida “ilha do lixo”, no Pacífico (entre a Califórnia e o Havai) que tem sensivelmente o tamanho da França.

Segundo o estudo, o poliestireno (esferovite) começa a decompor-se passado apenas um ano, libertando componentes dentro dos ecossistemas marinhos.

Quando o plástico se decompõe liberta bisfenol-A e oligómero para a água, causando poluição adicional.

Normalmente os plásticos não se desfazem no corpo do animal que o ingere. No entanto, as substâncias libertadas na decomposição são absorvidas e podem ter efeitos adversos.

O bisfenol e o oligómero são fontes de preocupação porque podem interromper o funcionamento das hormonas dos animais e afectar seriamente o sistema reprodutor.
JOSÉ ALOÍSIO PORTES
2009-08-24
02:50
É MUITO PREOCUPANTE PARA NOSSA SAÚDE E PARA A DO PLANETA TAMBÉM. DEVEMOS CRIAR UMA FORÇA TAREFA E COMERÇARMOS A MUDAR NOSSOS HÁBITOS EM RELAÇÃO AO PLÁSTICO COM PEQUENAS AÇÕES, COMO O USO DE SACOLAS RETORNÁVEIS, POR EXEMPLO, QUE SÃO MAIS BONITAS E NÃO PRECISAMOS FAZER PROPAGANDA DE GRAÇA PRA NINGUÉM PELO MEIO DA RUA (RSRSRSRS). OUTRA MUDANÇA SIMPLES TAMBÉM ESTÁ NA COMPRA DE PRODUTOS COM O MÍNIMO DE EMBALAGEM POSSÍVEL, PRINCIPALMENTE O PLÁSTICO. NÃO PRECISAMOS DE AÇÕES FARAÔNICAS PARA SALVAR O PLANETA, É NECESSÁRIO QUE CADA UM FAÇA SUA PARTE, SUA PEQUENA PARTE.
Luís Alves de Fraga
2009-08-24
11:21
Em nome do bem-estar pessoal destamos a destruir o bem-estar dos nossos filhos e netos! É uma frase vulgar, mas que necessita ser meditada...
Alcides Garcia Ortiz
2009-08-24
19:36
No Brasil, temos um programa com relação ao plástico. Existe pessoas catadoras de plásticos elas catam, vendem as indústria de reciclagem e fazemos novamente o plástico.
Alexandra Boga
2009-08-25
02:01
Uma ilha de lixo com o tamanho de França???? E nunca tinha ouvido falar sobre isso! Isso deveria ser divulgado por todo o mundo!! Não fazia ideia que a poluição derivada dos plásticos era tão brutalmente grave!! Até dá raiva... e ainda fazem caras estranhas, em certos supermercados, quando eu levo a minha mochila no lugar de pedir sacos de plástico..... :-( isto é GRAVE, eu não tinha a noção...
Maria Gomes
2009-08-25
10:07
Vamos todos nunca mais parar de lutar pela Natureza.
O plástico é um perigo e deve ser considerado assim, em nosso quotidiano.
É preferível ser radical neste sentido a ser alienado. A vida agradece.
Fabio Ferreira Caramez
2010-06-10
15:53
Qual e a fonte de informacao oficial que afirma o lancamento de 150 mil ton ano de plastico no oceano pelo Japao? E que tambem afirma a formacao de tal ilha de plastico no meio do oceano pacifico. Pq o Japao lanca lixo plastico no oceano e nao tem outro destino para este tipo de residuo? Qual e a fonte original e oficial desta informacao? Pergunto apenas para verificar se esta informacao e confiavel e cientificamente fundamentada. Se os fatos aqui descritos sao realmente verdadeiros, a nossa civilizacao esta a beira do caos e da loucura. Levando-se em conta que o Japao e um pais desenvolvido e referencia tecnologica, como explicar tal fato para a humanidade?

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