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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010 ![]() |
Vivo sob os escombros um mês depois
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IGC e FLAD criam laboratório de biologia computacionalLuís Rocha vai ser o director2006-06-21
A Gulbenkian e a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento vão criar um co-laboratório de Biologia Computacional, para promover a investigação científica naquela que é tida como uma das áreas fundamentais da investigação biomédica e clínica. Neste sentido, é hoje assinado no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) um protocolo de colaboração para a criação deste laboratório conjunto, que deverá "aliar a qualidade da investigação e ensino do ICG à presença em Portugal de investigadores internacionais", anunciaram as duas instituições. Luís Rocha, que é membro do Conselho Científico de Ciência Hoje, vai dirigir este laboratório. De acordo com o documento, citado pela Lusa, um dos pontos de partida para esta parceria foi o facto de ambas as fundações partilharem a missão de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico em Portugal. A aposta da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) assenta no facto da Biologia Computacional se ter afirmado, nos últimos anos, como uma das áreas mais críticas para o desenvolvimento da investigação biomédica. A qualidade das actividades de investigação e ensino nesta matéria actualmente em curso no IGC, nomeadamente o Programa de Doutoramento em Biologia Computacional, e o interesse em estabelecer contactos com os melhores centros e cientistas internacionais foram outros aspectos que pesaram nesta parceria. As instituições destacam ainda o volume e a qualidade da investigação em Biologia Computacional nos Estados Unidos da América (EUA), um país "na vanguarda da investigação nesta área" e em relação ao qual a FLAD tem uma situação privilegiada no sentido de facilitar contactos entre cientistas americanos e portugueses. O laboratório ficará localizado no IGC, em Oeiras, funcionando em estreita ligação com o Programa de Doutoramento em Biologia Computacional e será dirigido pelo professor Luís Rocha, da Universidade de Indiana, nos EUA, cientista visitante do instituto Gulbenkian Ciência. Este laboratório, que funcionará por um período experimental de quatro anos, acolherá investigadores, americanos ou actualmente sedeados em instituições americanas, por períodos de permanência até três meses e nunca inferiores a duas semanas. Os cientistas do laboratório vão conduzir localmente projectos de investigação científica, com preferência para tópicos de interesse para a comunidade científica portuguesa, e participar das actividades docentes desenvolvidas no IGC ou em outras instituições de ensino superior portuguesas. Nos termos do protocolo, estes cientistas serão encorajados a estabelecer colaborações com investigadores em outras instituições de investigação em Portugal. O financiamento das despesas resultantes das deslocações, estadia e ajudas de custo do director do laboratório e dos investigadores americanos ficará a cargo da FLAD, até um máximo de 50 mil euros por ano. A Fundação Calouste Gulbenkian, através do IGC, participa com o financiamento de todas as restantes despesas respeitantes à instalação e funcionamento do laboratório, nomeadamente manutenção das infra-estruturas, aquisição de equipamentos, salários ou despesas de deslocação e permanência de investigadores com origem em instituições de outros países que não a América no Norte. Comentários |
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