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Dopamina e Parkinson

Cientistas portugueses e norte-americanos revelam pistas moleculares

2009-09-08

Tiago Fleming Outeiro, investigador
Tiago Fleming Outeiro, investigador
Investigadores portugueses e norte-americanos publicaram na última edição da revista «PLoS One» um estudo que revela novas pistas sobre a acção da dopamina, um estimulante do sistema nervoso central, na doença de Parkinson.

O estudo foi desenvolvido na Harvard Medical School (Estados Unidos) e no Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa, e contou com a colaboração de investigadores portugueses, norte-americanos e alemães. 

A doença de Parkinson caracteriza-se pela degeneração e morte de neurónios produtores de dopamina, numa região do cérebro, a substancia nigra.

Apesar de se desconhecerem ainda aspectos importantes dos mecanismos moleculares responsáveis pela doença, sabe-se que na sua base está a formação de agregados de proteínas dentro dos neurónios, nomeadamente, de uma chamada alfa-sinucleína.

Em doentes de Parkinson, a alfa-sinucleína adopta uma forma alterada, que provoca a sua agregação em aglomerados tóxicos para as células. O estudo agora publicado vem mostrar que as alterações sofridas pela proteína podem ser induzidas pela dopamina, sugerindo o seu papel na formação dos agregados de proteína característicos da doença.

Formam-se agregados de proteínas dentro dos neurónios
Formam-se agregados de proteínas dentro dos neurónios
A dopamina é um estimulante do sistema nervoso central, percursor da adrenalina e noradrenalina, e está também envolvida na dependência psicológica a vários vícios. No sistema motor, desempenha também um papel fundamental.

Os resultados publicados fornecem também uma possível explicação para observações anteriores, que revelaram que os neurónios produtores/receptores deste estimulante são mais vulneráveis à morte celular – característica da doença de Parkinson.

Agregados proteicos

“O nosso trabalho sugere que a vulnerabilidade dos neurónios na doença de Parkinson esteja relacionada com a capacidade da dopamina de favorecer formas de alfa-sinucleína que levam ao aparecimento de agregados proteicos”, esclarece Tiago Fleming Outeiro, primeiro autor e correspondente do estudo, investigador do Instituto de Medicina Molecular e sub-director do «Ciência Hoje».

Neurónios produtores/receptores de dopamina <br> mais vulneráveis à morte celular
Neurónios produtores/receptores de dopamina
mais vulneráveis à morte celular
“Identificámos formas específicas de alfa-sinucleína utilizando uma técnica de microscopia muito avançada, que esperamos poder vir a utilizar em Portugal em breve. Estes nossos resultados ajudam a compreender melhor o mecanismo molecular que conduz à doença, bem como encontrar novas formas para a sua prevenção ou terapia”,
continua o investigador.

Parkinson é uma doença neurodegenerativa que atinge actualmente mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal, afecta já mais de 20 mil pessoas.

Manifesta-se habitualmente a partir dos 60 anos, havendo, no entanto, cinco a dez por cento de casos em que os sintomas aparecem aos 40 anos ou mais cedo. Os sintomas mais evidentes são os tremores, a lentidão de movimentos, problemas de equilíbrio e a rigidez dos membros.
Maria Regina Cobos Nicolete
2009-09-09
04:27
Tenho 55 anos e a 2 tenho o diagnostico de Doenca de Parkinson. Meus sintomas iniciais foram os tremores na perna direita e lentidao nos movimentos acompanhdo de dores musculares. Existe algum exame que possa diagnosticar a Doenca de Parkinson?
Tiago Outeiro
2009-09-09
18:02
Cara Maria Regina,
obrigado pelo seu comentário e pela sua dúvida.
Neste momento, não há nenhum exame capaz de diagnosticar definitivamente a doença de Parkinson. No entanto, sugiro que procure um neurologista, se ainda não o fez, pois são os clínicos com mais experiência nestes casos, que poderão fazer a avaliação neurológica necessária para o seu caso.
Desejo-lhe tudo de bom, dizendo também que a sua atitude perante a doença é determinante! Há muita coisa bonita que poderá fazer, e o importante é manter-se activa o mais possível, para que possa superar as dificuldades da melhor forma.
Faustino Lopes
2009-09-10
02:28
Boa noite, gostaria e saber possivel existente algum medicamento mais eficiente que o prolopa, pque esse medicamento já não esta miais fazendo efeito esperado. Grato
tenho 54 anos e 3 anos com parkison
João Pedro
2009-09-22
19:29
Tentem o Hospital de São João do Porto, existe uma nova técnica de tratamento só existente neste Hospital. Força
marcelo beraldo
2009-10-01
14:06
paciente relata consultado clinicamente que identificou,disfuncao piramidais,apresenta muita tremedeira,mas nao constatou DP.a dopamina pode ser aplicada como teste.
S. Fernandes
2009-10-09
12:38
Bom dia! Venho, espero eu, deixar uma mensagem de esperança e alento a todos aqueles que por aqui passam. O meu pai é doente de Parkinson há sensivelmente 5 anos, foi de facto uma notícia trágica para a familia, não só pelo diagnóstico, mas sobretudo, pelo desconhecimento quase total da doença. Posso dizer-vos que ao longo de todo este tempo muitas foram as tristes surpresas que tivemos de enfrentar, no entanto, sempre tentámos superá-las de forma optimista e folgo dizer que o conseguimos. O que é importante, é manter uma atitude positiva face ao diagnóstico, pensar no que fazer a seguir e não centrarmo-nos na velha questão "porquê a mim". Hoje, o meu pai, é talvez a pessoa por quem sinto mais orgulho. Enfrenta a vida com um sorriso, tenta sempre melhorar a cada dia e afirma veementemente que a doença de Parkinson não o vai impedir de viver a vida. O importante é seguir as indicações médicas, fazer exercicio físico, desenvolver actividades ao ar livre, ter a preocupação de se manter mentalmente activo, entre tantas outras actividades que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida quer dos doentes de Parkinson quer das suas familias. A doença de Parkinson, ou qualquer outra, não pode ser encarada como o fim, deve antes, sim ser encarada como o inicio de uma longa caminhada, de onde esperamos todos sair vencedores. Um grande abraço de alento e força todos aqueles que por aquí passam.
alice silveira
2009-10-11
05:00
oi adorei a mensagem de otimismo,descobri esse mes q vinha mae tem m.de parkson,estou um pouco confusa,ainda nao acretito,foi mito rapido.
arthur neves
2009-10-23
01:55
Minha vó tem 63 doença de Parkinson e eu qeuria saber mais sobre a doença e se tem cura ou tratamento?
Urias
2009-10-27
12:33
Meu marido, mesmo dormindo tem uns ticks de tremedeira na perna ou seja ficar balançando ou pulando a perna muito forte, isso pode ser parkson?
leila marujo
2009-11-04
23:41
minha mae esta com parkinson e foi um choque . ela sempre foi uma mulher muito ativa e agora permanece inerte por horas. as vezes da agonia de ficar olhando , como pode uma pessoa que gostava de dancar plantar sair se pintar etrabalhar como revendedora ficar prostrada em um sofa, por quase 16horas dormindo.queria que tivesse algo que eu pudesse fazer.
Maria Marques
2009-11-19
14:17
Bom dia, sobre a notícia acima tenho uma dúvida - estou a fazer tratamento para depressão e os meus níveis de dopamina estão sempre baixos (
Adriana Marques
2009-11-19
15:10
Minha vó faleceu a dois anos de mal de parkson, era uma pessoa muito ativa e divertida,foi muito doloroso para a família ve-la em uma cadeira de rodas e seu estado vegetativo.Gostaria de saber se outras pessoas da família,como minha mãe,eu e meus irmãos possa a vim desenvolver essa doença.
sandra
2009-12-19
21:48
meu amor tem doença de parkinson. Não tem tremores, só as vezes rigidez e lentidão. Mas tem muita força para viver e superar. Faz fisioterapia, bastante caminhada, e se sente muito bem. Ele é meu gigante, meu amor forte e meu heroi. O bem estar nessa doença depende muito da força e vontade de viver. E ele quer lutar e viver muito. As pessoas que sofrem desse mal, não se entreguem, lutem, que vale a pena viver. Não se deixem vencer pela depressão. Beijos
thereza marinho
2010-01-15
08:54
ahei bastante importante ser informada desta doenca, ate porque as vezes as pessoas passam a ter tremores e dizem e do sitema nervoso, esta doenca ela podera tambem esta ligada com alzeimer?
qual o exame que descobre que temos baixa de DOPAMINA? Esta doenca estara tambem ligada a Tireoide? Adrenalina e uma substancia da HIPOFISE?
Quem tem de pressao podera ter dopamina baixa?
obrigada
thereza marinho England
Fernanda Bernardo
2010-06-08
19:22
O meu marido (75 anos) apresentou alguns dos sintomas já acima referidos por outros comentadores (especialmente grande agitação nocturna), o que me levou, por conselho de minha filha (psiquiatra) a consultar um neurologista. O diagnóstico, após uma ressonância magnética cerebral, foi de que efectivamente havia sintomas de Parkinson, muito iniciais. Para o meu marido, foi terrível. Tentamos no entanto continuar com uma vida activa em termos desportivos (ginásio, hidro, caminhadas), sempre com ingestão diária de Ropinirol+cardibopa e levodopa. Acha O Dr. Tiago Outeiro (cujo valor é por demais conhecido), que a situação pode ser controlável, permitindo uma vida com alguma qualidade? obgdo pela sua opinião, quando possível.
Jose Carvalho
2011-01-17
03:47
O uso de medicação para hiperatividade / déficit de atenção tais como Ritalina cuja atuação está envolvida com a dopamina pode ter influência como causa de doença de Parkinson? E se não se sabe se tem influência, pode-se supor que tal tipo de medicação resulta em maior insidência de morte de celulas cerebrais, já que, como diz o texto, neurônios produtores / receptores de dopamina são mais vulneráveis à morte cerebral? Obrigado
Renato de jesus
2011-01-24
23:22
Tenho tremores na mao direita, tomo o medicamento artane, que meu neuro da aacd me passou ele me ajuda muito o tremor fica controlado, me silto muito bem conesta medicação, mais te muitos efeitos colaterais, se alguem quiser tocar ideis me liga 2723-8936
João Carlos de Oliveira Franco
2011-02-25
15:22
Tenho gagueira desde a infância e pesquiso muito a respeito. Li em um artigo que fazia referência entre a gagueira e a dopamina:

"Determinadas emoções também conseguem melhorar a fluência das pessoas que gaguejam, como, por exemplo, a sensação de confiança, a raiva e a paixão. Especula-se que tais emoções influenciem diretamente a liberação de dopamina, o neurotransmissor dos núcleos da base. Assim, emoções que influenciam o aumento tônico da liberação de dopamina, e não a liberação fásica, facilitariam o início e a seqüenciação dos movimentos da fala; emoções que diminuem a liberação de dopamina dificultariam a execução dos movimentos da fala. Desta forma, ao contrário do que se pensa, cogitar a hipótese neurofisiológica da gagueira não implica deixar as emoções de lado. As emoções também têm seu lugar nesta hipótese neurofisiológica."

Nos últimos 2 anos sinto que quando firmo a mão para segurar algo, começo a tremer, e não consigo parar. Existe algum estudo que faça referência entre gagueira e Parkinson?

Grato!
José Jesus
2012-02-06
20:49
Desde 1989 que estou a ser medicado como doente de Parkinson.
Comecei com Parlodel 5 (3Xdia) e quase em simultâneo com o Jumex acabado surgir no mercado.
Em pouco tempo (1990) juntei à lista o Sinemet 25/100 (3Xdia) e em menos de 3 anos já estava com tudo isto e mais o Artane, o Bialzepam, o Inderala, passando pelo Akineton e o Permax.
Durante os primeiros 10 anos, mantive 2 Jumex por dia, mais Sinemet, das várias dosagens (CR e 25/100), o Artane e o Permax em doses a atingir valores diários consideravelmente elevados: (2 Jumex, 3 Artane, 3 Sinemet CR, 3 Permax 1 mg, 1 Inderala LA, 3 Bialzepam 3 mg.)
Um episódio de demência ocorrido por essa altura, levou o meu neurologista ( que me acompanha quase desde o inicio) a retirar de um dia para o outro toda a medicação e substitui-la pela Closapina.
Não conseguindo eu suportar a retirada da medicação para o Parkinson, que vinha mantendo há tantos anos, voltou parte da mesma a ser administrada em conjunto com a Closapina.
Em breve estava com 6 Sinemet 25/100, 3 Akineton, 3 Permax 0,25 mg, 3 Bialzepam 3 mg e 8 Closapina de 25 mg.
Em 2001 uma embolia pulmonar levou à suspensão da Closapina, sendo esta substituída pelo Diplexil R. 500 e introduzida a Varfina.
Entretanto surge o Comtan e o Requip e em 2004, estou com 5 Comtan 200 mg, 1 Sinemet 50/200 (CR), 9 Sinemet 25/100, 3 Requip 5 mg, 2 Diazepam 5 mg. E, por volta de 2006, novamente a Closapina (Leponex) 2X 25 mg dia.
Tomo então a iniciativa de proceder a uma redução faseada de toda esta medicação, que misturava agonistas com antagonistas dopaminérgicos (Requip versus Leponex) e ao mesmo reduzir a quantidade de dopamina administrada através do Sinemet e do Comtan.
Sendo o Leponex (Closapina) direccionada para situações extremas de esquizofrenia (excesso de dopamina) ora isto é o contrário da Doença de Parkinson. (falta de dopamina)
O que é certo é que já vai para 6 anos que reduzi a minha medicação diária de um total de 1100 mg de levodopa, mais 225 mg de carbidopa e mais 1000 mg de entacapone, para valores que estão agora nas 700 mg de levodopa, 175 mg de carbidopa e 800 mg de entacapone. Usando agora o novo Stalevo 150/37,5/200 mg e 2 Requip LP 8.
O resultado pode ser visto como satisfatório para quem já leva mais de 20 anos de medicação para o Parkinson e suporta esta redução com melhor efeito do que aumento de dose.
Não sei se faço bem com absoluta certeza. Mas sei que não estou pior do que tomando as doses mais altas.
O que me podem dizer sobre isto?
Muito obrigado
J. Jesus
Jaqueline Santos Freitas
2012-08-09
03:33
Meu pai tem Parkinson,sabemos que não cura mas gostaríamos de saber quais são os alimentos que possam dar uma qualidade de vida mais favorável para ele.
janete sousa
2012-09-12
02:44
oi meu nome é janete tenho 41 anos sempre tive mestruação desrregulada. Só que de uns tempos pra cá meus seios incham muito tenho muita dor de cabeça muita mesmo fico irritada nervosa estressada tenho a sensação que meu corpo pesa muito faço as coisas com lentidão já fui melhor em raciocinio agora ta tudo tão lento falta de libido posso estar com a taxa de prolactina alterado?o que devo fazer?
já falei pra médica do posto de saúde mas ala não me deu nem um tipo de exame para fazer. Que tipo de exame posso fazer por conta própria, pra saber a taxa de prolactina? e se tiver alterada o que devo fazer?
Daniela Santos
2012-11-13
17:02
Boa Tarde,

Há 3 anos, descobrimos que o meu pai tem mal de parkinson. E recentemente, descobrimos que está afetando a Tireoide, pode me explicar porque ocorre isso? E qual seria o melhor procedimento a ser tomado?

Agradeço ajuda.
Fabrício Salmen
2013-01-10
19:34
Boa tarde.

A mãe de uma amiga tem Parkinson já ha 32 anos.
Segundo ela, adquiriu parkinson por motivos de maus tratos. É possível? Está comprovado essa ligação? Uma pessoa exposta a pancadas na cabeça como por exemplo lutadores de boxe, podem desenvolver mal de parkinson ou esta doença nada tem haver com isso, e sim com algo genético? Agradeço o exclarecimento.
Mary Santiago
2013-01-10
23:34
Meu pai tem parkinson, somente descubrimos no mes de agosto e desde então esta sendo medicado, primeiro começo com prolopa mas com 20 dias de uso tive problemas com alucinações, então trocarom por parkidopa que até hoje se da muito bem, já tem melhor equilibrio e agora no mes de janeiro começo a tomar comtan 200 mg. espero que de tudo certo.
Mary
Florbela corucho
2013-01-13
15:52
a minha filha tem oito anos e tomou acidentalmente um comprimido de sinemet 25/100. o que devo fazer e quais os efeitos que podem surgir. Muito obrigado pela atenção
Luís
2013-01-21
19:29
Olá, meu nome é Luís, tenho 35 anos, e foi-me diagnosticado RLS (restless legs syndrom) recentemente; tenho sentido os sintomas à cerca de 1 a 2 anos. Sei que na maioria dos casos, esta doença está associada a baixos níveis de ferro e/ou dopamina.
Gostaria de saber, para o caso da dopamina, se existe forma de efectuar medição? e qual o forma mais recomendada para aumentar os níveis da mesma?
Agradeço a ajuda!
vera braga
2013-06-10
02:23
Minha sogra tem parkinson há 20 anos e faz uso de levodopa,selegelina e pramipexol.Há 2 meses vem apresentando esporádicamente febre de origem não esclarecida,tremores finos,dificuldade para falar e confusão..Estes sintomas foram já tratados como infecção urinária e não era.Será que pode ser uma complicaçaõ do parkinson?
Leandro
2013-07-03
18:18
Observa-se frequentemente a ocorrência de depressão associada a Doença de Parkinson.
A alfa-sinucleína seria também um fator predisponente para transtornos do humor?
José Machado
2014-04-01
22:28
Tenho 65 anos e DP á um diagnosticado,tomo Sinemet 25/100 ,dois dia, por iniciativa própria reduzi de 3 para 2,dia e sinto-me melhor,menos ansioso,será que não me darei bem com este Sinemet?Há alternativas mais "suaves"?Não poderia tomar só Dopamina?Grato.
maria eduarda cunha
2014-08-11
21:34
Ola, o meu avô tem Parkinson há quase 10 anos e gostaria de saber, quais são os medicamentos mais indicados?
O medicamento que ele toma atualmente não está fazendo muito efeito, ele tem caido muitas vezes, os movimentos estão cada vez mais lentos e a fala cada vez mais complicada de compreender.

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