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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010 ![]() |
Finalmente o Museu do Côa
- O Museu do Côa vai ser inaugurado na próxima sexta feira, pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, concluindo um projecto há muito aguardado
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Tecnologia ajuda a ultrapassar ciclos de negócioNova economia que emerge da crise internacional irá manter-se imprevisível2009-11-17
"Os principais decisores que responderam às 550 entrevistas em todas as regiões no mundo acreditam que as firmas que voltarem ao antigo modo de planeamento do crescimento e desenvolvimento de mercado serão ultrapassadas por aquelas que dominarem o uso da tecnologia num ambiente de negócios imprevisível", refere um estudo global elaborado da consultora Coleman Parkes Research em parceria com a HP. O trabalho refere também que "as empresas confiam na tecnologia para as ajudar a ultrapassar os desafios decorrentes da imprevisibilidade do mercado e a antecipar as necessidades do seu negócio no futuro". Sete em cada dez decisores acreditam igualmente que a nova economia que está a emergir da crise vai alterar o modo de estruturar e planear os negócios. O estudo dá igualmente conta de que três em cada quatro líderes de empresas consideram que "o seu departamento de tecnologia é um dos elementos fundamentais para o sucesso do negócio". Já oito em cada dez líderes pensam que a nova economia irá potenciar o uso generalizado das tecnologias para suprir as necessidades resultantes das condições de mercado.
Mudança orientada para a inovação O estudo destaca também a mudança orientada para a inovação e a este nível refere que para 84 por cento dos líderes de empresas, a inovação é um factor crítico para o seu sucesso, no contexto da nova economia. O documento refere também que dois em cada três líderes estão a utilizar a tecnologia para identificar novas oportunidades de negócio. A exigência para uma rápida mudança demonstra que 80 por cento das empresas afirmaram que a sua abordagem negocial e tecnológica deveria ser "muito mais flexível", para suprir as necessidades imediatas dos consumidores. Este estudo foi realizado pela Coleman Parkes Research em parceria com a HP e teve por base 550 entrevistas, das quais 150 com presidentes-executivos/directores gerais e 400 com peritos em tecnologia. O trabalho de campo foi realizado entre Setembro e princípios de Outubro e apenas foram incluídas empresas com mais de 500 colaboradores. Vinte e cinco por cento das empresas analisadas eram de média dimensão (500-999 colaboradores), sendo as restantes constituídas por mais de mil. ComentáriosPedro Amaral, em 2009-12-18 às 20:48, disse:A inovação é importante, mas continuamos a esquecer que as empresas são constituídas por pessoas e estas na ultima década em prol da redução de custos para investir num preço competitivo e para as inovações continua a ser o menos valorizado, quando nesta fase é o que precisa mais de motivação, com a implementação de uma TQM (total quality manegement), aposta nos recursos humanos, na motivação que neste momento na maioria das empresas está enfraquecida, pois o Taylorismo continua bem vivo na maioria das organizações. |
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