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Darwin entre arte e ciência

Os 150 anos de «A Origem das Espécies» no Museu Soares dos Reis

2009-11-23

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Abertura de Alexandre Quintanilha
Abertura de Alexandre Quintanilha
Uma tarde preenchida, com diferentes nomes da Ciência nacional, marcará os 150 anos – que se comemoram amanhã – em que Darwin lançou a famosa obra «A Origem das Espécies», e que revolucionou a história das ideias.

«Darwin: 150 anos depois» é uma iniciativa que conta com o ciclo de conferências «A expressão das emoções», a apresentação do projecto planeta Darwin e com o lançamento da obra do biólogo em formato digital. Alexandre Quintanilha, Rui Costa, Miguel Castelo Branco, João Relvas e Jorge Vieira são alguns dos nomes que marcarão presença amanhã, a partir das 16h30, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.



«A Origem das Espécies», sem dúvida a principal publicação de Charles Darwin, foi lançada no dia 24 de Novembro de 1859. Século e meio depois, a editora Planeta Vivo, apresenta um projecto de tradução integral da obra, com o lançamento em formato E-book, amanhã, e conta com a presença de Jorge Vieira, evolucionista do Instituto de Biologia Molecular e Celular/Instituto Nacional de Engenharia Biomédica (IBMC.INEB), a cargo do prefácio.

O IBMC.NEB propõe uma tarde que se inicia à 16h30 com Alexandre Quintanilha e continua com Rui Costa (da Fundação Champalimaud e do NIH) e Miguel Castelo Branco (do IBILI). Esta primeira sessão será moderada por João Relvas (IBMC) e centrará as atenções na relação do cérebro com as emoções.

Revisitação

O livro que o naturalista britânico publicou sobre esta temática será revisitado já em Dezembro através de uma exposição, em preparação, no mesmo Museu, e promovida pelas mesmas entidades.

Numa segunda ronda, às 18h45, lançar-se-á o projecto da Planeta Vivo, com Nuno Gomes, responsável da editora, Ana Afonso, tradutora, e Jorge Vieira, investigador na área da evolução. Esta parte da tarde contará, igualmente, com a moderação de Alexandre Quintanilha.

À margem, os presentes poderão assistir à peça «A Origem das “quase” espécies», encenada pelas Marionetas Madrágora – uma obra desenvolvida para a Noite dos Investigadores, realizada em Setembro passado, e é levada à cena por um grupo de investigadores que esteve na génese do guião. A récita, de 30 minutos, já foi apresentada oito vezes no dia do Investigador, sempre com lotação esgotada e esta reposição excepcional será a última.



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