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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010 ![]() |
Finalmente o Museu do Côa
- O Museu do Côa vai ser inaugurado na próxima sexta feira, pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, concluindo um projecto há muito aguardado
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Suécia «freestyle»2009-12-03 Por António Lúcio Baptista *
Na Suécia, será doravante permitida a «liberdade de escolha», num designado «Sistema de Saúde Controlado pelo Doente» (Swedish Ministry of Health and Social Affairs, 5 de Agosto de 2009), que nos parece em tudo semelhante à nossa ADSE. * Presidente da ALTEC e colunista de «Ciência Hoje» Neste modelo, é dada ao utente a liberdade de escolher o seu prestador, ou seja, o Governo atribui aos cidadãos o direito de escolher o médico, hospital ou serviço que mais lhe convém, público ou privado, utilizando a verba disponível para cada doente. Trata-se de um modelo “freestyle” que nos poderá servir de ensinamento no que toca à gestão dos serviços de saúde públicos. Em Portugal, ainda antes de 1974, foram criadas as chamadas Caixas de Previdência e a ADSE. Depois de Abril, formou-se o Serviço Nacional de Saúde, inquestionavelmente uma bandeira da Revolução, que conta hoje com 35 anos de funcionamento. O tema do SNS está permanentemente em debate – e ainda bem que assim é. Há confronto de ideias, extensos e profundos trabalhos desenvolvidos, que apontam caminhos, soluções e oportunidades. Não seria difícil a Portugal enveredar pelo caminho que a Suécia está a trilhar, ou seja, dando aos utentes a oportunidade de optar pelo sistema de saúde que consideram mais vantajoso, SNS ou ADSE (onde não existem listas de espera). O mais difícil, ou seja, as estruturas, foram já criadas. Falta a vontade política. ComentáriosDomingos Freitas, em 2009-12-07 às 01:40, disse:Portugal tem que enfrentar esta questão urgentemente. Os politicos vão ter que abdicar do preconceito ideologico, repito ideológico, em que o estado é financiador e tem que ser o prestador de cuidados de Saúde. A nossa Constitução estabelece um sistema de saúde universal para todos os cidadãos tendencialmente gratuito financiado por impostos, e assim deve continuar, pelo menos enquanto for possível. Mas a prestação deve ser concorrêncial entre os sectores publico e privado, sendo os cidadãos a escolher, de acordo com as suas preferências, disponibilidade de tempo e horários e ainda onde encontre as soluções mais adequadas para as suas necessidades. Isto é o fianciamento segue o cidadão e não as instituições. Daí advêm duas grande vantagens (1) melhoria da qualidade e eficiência derivada da concorrencia estabelecida e (2) maior justiça social pois todos os cidadãos tem financiamento para os cuidados de saúde que necessitam, quer sejam prestados por entidades públicas, quer sejam prestados por entidades privadas. Para que seja possível aplicar no nosso País o " Modelo Sueco" só é preciso que o preconceito ideológico seja resolvido, e tudo está na dependência de decisões políticas.... O tempo urge e os cidadãos desesperam . Manuel Gomes, em 2009-12-05 às 22:59, disse: Intelectualmente, gosto deste modelo sueco. Mas os portugueses não são suecos! Na Suécia, os cidadãos pagam um IRS elevado para que todos os cidadãos tenham benefícios nas variadas áreas sociais e compreendem isso. Mas se descobrem que o vizinho está a fazer "batota", ou seja, se está a receber o subsídio de doença, ou desemprego ou seja lá o que o for e faz uns "ganchos" por fora ou não está doente ou, no geral, está a defraudar o Estado (ou seja, os cidadãos suecos que pagam os impostos) denunciam imediatamente esse vizinho aos serviços competentes. Aqui, excepto os ingénuos, todos sabem como funciona a ADSE: alguns médicos passam vários recibos até o utente não ter que pagar nada ou, mesmo, receber ainda mais que o que pagou pelo tratamento. Faltam-nos, ainda, alguns anos mais de democracia e de educação cívica para "sermos suecos". Para mim, todos os cidadãos têm o direito de ter os mesmos sistemas que quaisquer outros. A multiplicidade de sistemas de saúde e, já agora, de reformas (funcionários públicos, bancários, polícias, forças armadas, etc) é escandalosa. Se existe ADSE para uns tem que existir para quem preferir esse sistema. Se a reforma é aos 65 anos ou 70 ou o que for, então é para todos! Um camionista de longo curso tem uma vida mais fácil e menos desgastante que um professor para que este tenha direito de se reformar mais cedo? Neste sentido, estou de acordo com o modelo sueco. RUI CARVALHO, em 2009-12-05 às 13:51, disse: ISSO SIM, SERIA UM PASSO PARA FUTURO DE QUALIDADE! |
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