Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
A violência está de volta a Maputo - Incidentes voltaram esta manhã a Maputo com carga policial sobre os populares. Pelas ruas da cidade o dispositivo policial é enorme. Pilhagens e pneus queimados pintam o cenário da capital

UE ajudará países pobres com 2,4 mil milhões de euros anuais

2009-12-14

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Durão Barroso mostrou-se surpreendido com o montante <br>arrecadado
Durão Barroso mostrou-se surpreendido com o montante
arrecadado
A União Europeia (EU) vai contribuir com 2,4 mil milhões de euros anuais, num montante global de 7,2 mil milhões de euros ao longo dos próximos três anos (2010-2012), para ajudar os países mais pobres a enfrentarem os esforços de redução da emissão de gases geradores do efeito de estufa, procurando assim contribuir decisivamente para o sucesso da Conferência de Copenhaga.

Com este valor, o bloco europeu participará com uma "fatia" significativa na ajuda internacional, pensada para atingir entre os cinco e os sete mil milhões de euros por ano. Todos os países da UE contribuirão para este montante, inclusive os que estão numa situação económica delicada.

As contribuições individuais de cada país não ficaram claras por enquanto, mas foi confirmado que a Espanha entregará 300 milhões de euros para todo o período e que a França, a Alemanha e o Reino Unido oferecerão 420 milhões de euros anuais.  Por sua vez, Portugal vai contribuir com 12 milhões de euros anuais durante três anos.

Os chefes de Estado e de Governo superaram, assim, as expectativas da própria Comissão Europeia. "É mais do que esperávamos", reconheceu José Manuel Durão Barroso, presidente deste órgão, que considerou a decisão "muito importante para os países pobres" pois "o seu futuro depende de acções imediatas". 



Comentários

Alberto Carvalhal Campos, em 2009-12-16 às 12:42, disse:
Não seria mais fácil, evitar a pobreza a ter que gastar milhões de euros anuais, para sustenta-la? Sustentar a pobreza é uma bola de neve. Evitar que pobres tenham filhos que tambem serão pobres é essencial. O dinheiro gasto para se manter a pobreza deveria ser desviado para o controle de natalidade e assistencia aos pobres recem nascidos. Estes deveriam ser encaminhados pelo governo, com assistencia permanente. Deve-se incrementar o aborto a pessoas irresponsáveis, sem condições mínimas de ter um filho. Países de 1º mundo utilizam o aborto e não são castigados por deus, pelo contrário tem grande qualidade de vida. O excesso de população é prejudicial e pobreza é pior ainda. Sejamos inteligentes; as guerras acabaram e não temos mais instrumentos para reduzir a população.

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