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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010 ![]() |
Finalmente o Museu do Côa
- O Museu do Côa vai ser inaugurado na próxima sexta feira, pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, concluindo um projecto há muito aguardado
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A pastilha que mudou o Mundo!Pílula faz 50 anos2010-02-01 Por Jorge Massada Foi em 23 de Junho de 1960 que a Food and Drug Administration (FDA) autorizou a comercialização da pílula anticoncepcional, após alguns anos de experiências, nomeadamente em mulheres porto-riquenhas. Talvez este organismo americano não soubesse mas acabava de colocar em marcha aquela que seria, provavelmente, a maior revolução de costumes do século passado. Ciência Hoje assinala os 50 anos com um dossier/ fórum.A comercialização da pílula aconteceu numa década em que tudo ou quase tudo foi posto em causa. Em Portugal, este contraceptivo foi comercializado dois anos mais tarde. Para assinalar o 50º aniversário, Ciência Hoje abre um espaço de textos de opinião, de textos de histórias vividas e de debate. CH pediu já depoimentos a diversas pessoas que irá colocando on-line à medida que nos forem chegando. Mas convida todas as leitoras e todos os leitores a escrever sobre o assunto, contando, se quiserem, a sua visão ou até histórias vividas à volta desta pequena pastilha que mudou radicalmente o Mundo. Para tal basta enviarem os seus textos, com um máximo de três mil caracteres, incluindo espaços, por e-mail para cienciahoje@cienciahoje.pt, assinlando em «Assunto»: «A pastilha que mudou o Mundo». Gostaríamos que incluíssem o nome (obrigatório), a idade, profissão e localidade. Pedimos igualmente que nos enviem uma foto em formato jpeg. Se calhar, a FDA não sabia. Mas hoje todos sabemos como o Mundo ficou diferente depois daquela data. O dossier/ fórum está aberto até ao próximo dia 23 de Junho. ComentáriosAna Maria Vargas, em 2010-02-06 às 04:09, disse:Também acho que foi a melhor descoberta da ciência. antonio peixoto, em 2010-02-03 às 20:16, disse: foi decisivo para controlar a qualidade de vida das familias ,porque se não houver forma de controlar os nascimentos indesejados e assim familias com poucos recursos podem controlar os nascimentos de bébés. Assim os nascimentos diminuiram mas em contrapartida os poucos que acontecem tem forma de viver com menos ificuldades. Alberto Carvalhal Campos, em 2010-02-03 às 11:22, disse: Melhorou muito e ainda precisa melhorar mais. Os acidentes acontecem e é necessário liberar pílulas abortivas para complementar a campanha. O aborto, a esterilização, as pílulas anticoncepsionais, tudo isto tem a mesma implicação e deveria ser incrementado pelo governo e não passar os problemas do excesso de população para os governos posteriores, para fugir das críticas das igrejas e ficar de bem com o público. Tem que ter coragem. O excesso de população, principalmente a pobre, anarquisa um país. Seremos um país do 3º mundo eternamente se não atentarmos para este detalhe. Mario Martin, em 2010-02-03 às 10:48, disse: Isto de achar que a pilula foi muito libertador para a mulher... As mulheres sempre tiveram a possibilidade de fazer uma vida relacional normal independente da vontade de ter filhos e sempre souberam, dentro de algumas limitações, escolher a altura para tal. Já do homem não se pode dizer o mesmo...Depois que se descobriu os testes de ADN, a pilula foi realmente a maior decoberta que houve...para o homem "moderno"! Foi sem duvida muito "libertador" para ele! Joana M. A. Silva, em 2010-02-02 às 15:23, disse: O número de mulheres que hoje em dia recorre a este método contraceptivo é absolutamente assustador, tendo em conta que a quantidade de hormonas femininas a que a população estás exposta ainda não foi afastada como uma das possíveis causas do número crescente de casos de infertelidade. Se por um lado libertou a mulher, por outro pode ter-lhe tirado o maior privilégio que é ser mãe. É irónico! Valeria Beatriz de miranda guimarães, em 2010-02-02 às 14:41, disse: A pílula anticoncepcional ,foi e é ,sem dúvida, um avanço na proteção da mulher e na ajuda às suas escolhas de gerar ou não um filho ,coisa com a qual os homens "jamais " se preocuparam . Mas estou com o Pedro Ribeiro , os "testes" são sempre feitos nas cobaias do terceiro mundo...... João Guilherme, em 2010-02-02 às 14:26, disse: Mudou o mundo e para muito melhor, pois tirou uma grande condicionante do relacionamento entre homens e mulheres e deu diretamente às mulheres a possibilidade de fazer uma vida relacional normal independente da vontade de ter filhos permitindo escolher a altura para tal. O "verso da medalha" é a maneira desrespeitadora de efetuar os testes, usando mulheres como cobaias. Pedro L. Ribeiro, em 2010-02-02 às 14:02, disse: Um factor decisivo para a libertação da mulher, graças, em grande medida, à disponibilidade das porto-riquenhas. Por outro lado, estes testes das farmacêuticas em países do terceiro-mundo são, no mínimo, bem desagradáveis. |
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