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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010 ![]() |
Finalmente o Museu do Côa
- O Museu do Côa vai ser inaugurado na próxima sexta feira, pela ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, concluindo um projecto há muito aguardado
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Lula vampira do inferno consegue revirar-seImagens registadas pelo Monterey Bay Aquarium Research Institute2010-02-05 Este cefalópode vive em regiões abissais e apesar de se encontrarem poucos, já foram registados alguns exemplares no Atlântico, Pacífico e Índico e não é considerada uma espécie em vias de extinção. Vive em regiões profundas do oceano, onde a quantidade de oxigénio é baixa, e tem um metabolismo muito reduzido, estando perfeitamente adaptado a uma vida de predador de pequenos animais, pouco activo, e que economiza a energia ao máximo.
A lula vampira do inferno tem órgãos bioluminescentes, dispersos no corpo (excepto na "capa") que são utilizados para camuflagem. A luz do Sol, à superfície, faz com que nas profundezas, se assemelhe a um céu estrelado. Vilem Flusser chegou a dedicar uma das suas obras a este ser marinho, com o mesmo nome (Vampyroteuthis infernalis). O filósofo elegeu uma criatura que se encontra nas antípodas da condição humana, para funcionar como figura de uma ficção sobre o homem e seu mundo cultural-tecnológico. O livro nunca foi traduzido para português. Comentários |
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