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Teoria matemática prova: o amor eterno não existe

Investigador espanhol cria equação
em que o esforço é uma das variáveis principais

2010-04-27

O amor eterno é impossível segundo modelo teórico
O amor eterno é impossível segundo modelo teórico
Um cientista espanhol elaborou um modelo teórico que sugere que as relações sentimentais duradouras e satisfatórias são praticamente impossíveis.

O matemático russo Lev Pontryagin, falecido em 1988, nunca imaginou que a sua teoria do controle óptimo, desenvolvida para solucionar um contratempo de um avião de combate soviético, pudesse ser usada para explicar, por exemplo, po rque razão a cada 33 segundos termina um casamento europeu.

No entanto foi o que José Manuel Rey, da Universidade Complutense de Madrid, fez. E com base na Matemática afirmou: “Ter uma relação sentimental duradoura e satisfatória é impossível, salvo excepções”.

Rey juntou a segunda lei da termodinâmica e as equações de Pontryagin para explicar o paradoxo do fracasso: muitas pessoas casam-se apaixonadas e comprometem-se a viver juntas para sempre, mas o matrimónio acaba mal sucedido.

“Quando se inicia um casamento as sensações dissipam-se como o calor de um copo de leite, o amor não basta, há que fazer um esforço”,
garante o investigador. Até aqui nada de novo.

O psicólogo norte-americano John Gottman aplicou a segunda lei da termodinâmica ao amor em 2002 e, desde então, é consultor matrimonial em Seattle a partir de conversas em laboratório. Mas Rey foi mais além.

O seu modelo teórico, publicado na PloS ONE, é um integral e uma equação, inteligíveis para qualquer pessoa não especialista em matemática, que demonstra “um mecanismo diabólico que faz com que, mesmo que se case muito apaixonado e haja muito esforço, seja muito fácil fracassar”.

José Manuel Rey, investigador
José Manuel Rey, investigador
Ao introduzir variáveis como a sensação positiva que produz uma relação amorosa e o custo do esforço para manter viva a chama, da máquina teórica de Pontryagin saíram três conclusões não tão óbvias. A primeira, segundo salienta Rey, é que de entre todos os modos de esforço para manter uma relação, só há uma que funciona − mesmo que a equação não diga qual.

Em segundo lugar, o esforço necessário é sempre maior do que o esperado. E por último, é fundamental manter o esforço durante toda a vida para vencer a inércia natural que, segundo mostram as equações de Rey, conduz de modo implacável a preguiça entre o casal.

Modelo vindo do espaço


O modelo teórico de Rey é reducionista e utiliza uma equação que os engenheiros da NASA empregam para ajustar a viagem de uma nave espacial, mas altera o espaço percorrido pelo amor e o combustível necessário por um esforço abstracto.

Ficam de fora milhões de variáveis. “Quando um fenómeno sociológico é tão massivo como o divórcio, é muito difícil pensar que existe uma multiplicidade de causas. Há que procurar um mecanismo simplificador, e a arte das matemáticas é eleger as variáveis chave de um problema”, aclara o cientista.

Nas equações, o esforço é apenas uma letra. Em todos os casais esse esforço é abstracto, mesmo que nuns signifique aturar a sogra e noutros suportar o companheiro a roncar durante a noite.

Mesmo que o casal seja ideal, o esforço, como reconhecem os sociólogos, é sempre maior do que esperado. O amor é “uma substancia que arrefece”, segundo Rey, que parece saber do que fala: é casado.

Edu
2010-04-27
21:09
Pode nao haver o amor eterno mas dentro de nós se amarmos muito essa pessoa é mais que suficiente para provar o nosso amor eterno...
ana mafalda
2010-04-27
22:49
o amor nao é matematico. e sim há amor iterno e raro mas há.
ana mafalda
2010-04-27
22:51
o amor nao é matematico. e sim há amor iterno e raro mas há.
Leda
2010-04-28
01:32
importante começarmos a desbravar este "contrato" que é o casamento dentro de um sistema que não mais o comporta.. nos termos que de certa forma é imposto há ´centenas de anos... muito bom o artigo.
Luís Borges
2010-04-28
08:12
Que barbaridade! Valha-nos Gödel! Em todo o caso, considero exagerado que se diga que, ao menos todos, os matemáticos são pessoas cujo desenvolvimento emocional termina aos 8 anos :)
Carlos Corrêa
2010-04-28
10:16
Seria mais útil elaborar uma equação para controlar a crise e eliminar o desemprego, mas cada um diverte-se à sua maneira...
Carlos
2010-04-28
11:01
Ridiculo.
Maria Martins
2010-04-28
11:58
Parece apropriado:"O Amor tem razões que a Razão desconhece" pelo que uma equação matemática, sendo a Razão, deixa sempre espaço para o imprevisto: no caso, casamentos que resultam!|felizmente conheço vários.
Nirava Gulabo
2010-04-28
12:06
só para brincar....rs
No Brasil a fórmula é simplificada:
1)não é porque vc gosta de arroz e feijão, que vai querer comer arroz e feijão o resto da vida;
2) ok, vc ganhou um presente. gostou. agora, não é por isso que vc vai, todos os dias, e mais nos seus horários de descanso, refeições e lazer, por toda a vida, querer admirar o presente e esperar, a cada mirada no raio do presente, querer continuar sentindo o mesmo gostar. se assim fosse poderiam diagnosticá-lo como sofrendo de idiotia.
Nelson Lima
2010-04-28
12:37
Ao ler esta notícia lembrei-me imediatamante do livro de Stephen Jay Gould cujo título fala por si: "A falsa medida do Homem".
As "coisas" da psicologia, por muito que nos esforcemos, escapam a qualquer tentativa de medida com a precisão que os matemáticos gostariam de atingir. Veja-se como a medida do Q.I. - que se usou durante décadas e se tornou numa indústria de testes altamente falíveis - acabou por se revelar imprecisa, redutora e enganadora. Pior será tentar "medir" sentimentos como o amor através de equações matemáticas. Enfim, a tarefa pode ser divertida para quem aprecie trabalhar com números. Acredito que os psicólogos verão isto como uma mera curiosidade ou até como anedota.
Talvez um dia, quando se implantarem sentimentos e intuições nos robots, então aí sim, seja possível retirar deles informação matemática que permita detectar se as suas emoções estão em alta ou em baixa (tal como se faz na medição da pressão arterial).
Os psicólogos ainda se debatem com questões bem mais complexas como "o que é a inteligência?", "o que é um sentimento?", etc. Assim sendo, como se pode medir algo que nem sequer se sabe muito bem o que é e como acontece!
marilucia t.de carvalho
2010-04-28
15:01
Eterno só o espirito, no amor é como disse o poeta, Que não seja eterno posto que é chama, mais que seja infinitoenquanto dure.
Artur F.
2010-04-28
16:09
acho que nessa fórmula matematica
não foi contemplada uma singela particula
quântica o gráviton
responsavel pela Força Gravitacional
a atração entre as massas,corpos.
Sabemos que sistemas binarios de estrelas
tornam-se Supernovas dando origem
a Buracos Negros com intensa
atração entre si
mantendo inseparaveis
os Astros envolvidos.
esse procedimento
fisico, matemático
acontece entre as pessoas tbm
e denominamos Constante Cósmica do Cupido.
ou Amor Eterno!
carlos
2010-04-28
17:42
Há alguma razão no que diz. Eu costumo dizer que o amor é como a água, quando temos sede bebemo-la sofregamente, quando não temos nem nos lembramos que existe a não ser no banho...
Patativa
2010-04-28
18:22
Uma premissa errada leva a conclusões erradas!
Se voce começa supondo que sua cara-metade demanda sacrifícios... então vale a conclusão do autor. Mas se voce acha que o/a ´outro/a` é mais do que voce achar merecer então esse é o caminho da satisfação em estar sempre em tão boa companhia. Nesse caso a entropia do casamento sempre diminue para cada um (voce está recebedo mais que mereçe).
Porém o fato é que entropia não se aplica a conceitos abstratos. De concreto só o dado experimental de que quando estamos apaixonados a região do cérebro responsável pelo bom senso fica sensivelmente inoperante.
Daí as conseqüências a médio prazo são bastante previsívieis!
Ana G.
2010-04-28
18:58
Cara Ana Mafalda: eterno será raro mas mas iterno, penso que não haverá nunca..pura ficção.
Apesar do desenvolvimento emotivo dos matemáticos, segundo Luís Borges, terminar aos 8 (o que já é um elogio, pressupõe que chegou a começar..) temos que reconhecer que, com ou sem fórmulas, o esforço é indispensável a tudo o que se queira dinâmico na vida, incluindo a eternização do amor.
Ana G.
2010-04-28
18:59
Cara Ana Mafalda: eterno será raro mas mas iterno, penso que não haverá nunca..pura ficção.
Apesar do desenvolvimento emotivo dos matemáticos, segundo Luís Borges, terminar aos 8 (o que já é um elogio, pressupõe que chegou a começar..) temos que reconhecer que, com ou sem fórmulas, o esforço é indispensável a tudo o que se queira dinâmico na vida, incluindo a eternização do amor.
Vítor Oliveira Jorge
2010-04-28
20:22
Eis uma bela peça humorística, que também faz falta. Rir é saudável!
ahahah !!!!!!!!!
Helena Veríssimo
2010-04-28
20:39
Lá em 1ªCorintios 13, fala sobre o amor, que apenas o sentimento que tem aquelas características pode ser classificado como amor. Que tudo espera, tudo sofre, tudo crê, longânimo, tardio em se irar etc... Se não for assim, não é amor, é paixão que se dissipa com o tempo!
Essa é a beleza do amor, ele NÃO ACABA!
André
2010-04-28
22:53
Acredito e vivo um amor eterno baseado numa profunda amizade
Fernando Jardim
2010-04-29
13:11
Não há dúvida que o "amor" é uma questão "apaixonante" que toca a toda a gente.
Quando duas pessoas se encontram num dado local e momento da sua vida amando-se e decidindo unir-se para toda a vida ... isso pode ou não pode acontecer. É que o amor dá muito trabalho!!!
As pessoas não são elementos estáticos, evoluem, envelhecem, adoecem, modificam-se.
As condições de vida, o "quadro" em que a vida amorosa se iniciou, também evolui.
Tudo evolui, tudo se modifica ... e no meio deste oceano de vida o que é feito do amor inicial? Bom ou ele evolui, se modifica ou naufraga.

Para que não haja naufrágio é necessário muito trabalho, muita paciência, muita compreensão e muita vontade de duas pessoas, durante TODA a vida para que o amor seja ETERNO (relativamente eterno porque a morte lhe põe ponto final).

É preciso portanto Vontade, Força, Tolerância, Persistência e Inteligência de Duas pessoas em transformação permanente para fazer evoluir o amor de acordo com que os dois vão sendo ao longo do tempo. O amor reconstrói-se ao longo da vida. Esta reconstrução permanente consome MUITOS recursos e DESGASTE por isso não admira que o fim dos “amores” seja naturalmente o naufrágio.

Pode o amor ser “eterno” ? Pode, mas acreditem que dá muito trabalho!!

Fernando Jardim, 29/04/2010
ney
2010-04-29
15:11
esse castelhano não encontrou coisa melhor para fazer, querer encontrar fórmula matemática para provar o que qualquer um sabe é só consultar as notas de um cartório do Registro Civil, é o óbvio ululante!!! e deixem o Leão Pontryagin em paz.
Anita Vilar
2010-04-30
01:22
O artigo foi interessante pelas respostas e emoções que despertou. Há muito que não via tantos comentários sobre um assunto.
Creio que se diz há muito mais ou menos isto: o amor é como uma planta que precisa de ser cuidada todos os dias.
A crença do amor eterno tem sido o caixão de muitos amores. Ama-se e pronto e espera-se milagrosamente que dure «até que a morte nos separe.»
Hugo Lourenço
2010-05-05
00:46
lol pois mas o estudo passa a ser irrelevante a partir do momento que nao são consideradas todas as variaveis como por exemplo o sexo que como toda a gente sabe e de enorme importancia na vida de um casal.
logo esta teoria passa a ser apenas uma teoria infundada e completamente surreal
alem de uma enorme perca de tempo pois nao tem todas as variaveis necessarias para um bom estudo nem uma boa analise matematica
Anónimo
2010-05-20
18:25
Ridiculo isso!Onde jah se viu matemático,rsrs....pensando assim td seria mais tranquilo neh.
Pablo Paparazzo
2010-07-05
08:28
Tudo é matemática !!!!
Eu ainda adicionaria a Teoria do Caos ao pensamento do José Manuel Rey.
Vitoria
2010-08-05
01:12
Tanto não há amor que se vê como o mundo vai ...
Albertina GOmes
2010-08-23
17:15
Com ou sem Fórmula o amor entre homem e mulher não existe. E para quem comentou que existe, e que o sexo faz parte do amor..Então se contradisse. Um casal que coloca suas maiores expectativas no sexo, ou seja só é casal no hora do sexo.Não vai acabar junto na velhice pq qdo. se for o vigor da idade sexual, não restará nada mais que os una.Não haverá companheirismo, amizade,cumplicidade, etc.Haverá apenas um olhar de desagrado de um para o outro por não poder mais praticar sexo. Ou seja se tornaram pessoas inconvenientes e impertinentes. Esperiência própria. Não acreditem no amor, ele não existe...o amor que existe é tão somente o amor de mãe para filhos.Eu, como mulher prefiro envelhecer só, do que carregar minhas impertinências e as de mais alguém.
Albertina Gomes
2010-08-23
17:22
Parabéns para o Edu. Penso como ele. O amor eterno não é recíproco. Aí sim concordo que podemos amar muito uma pessoa durante toda a nossa vida sem ser amado por ela.Sem ao menos ter vivido com ela. Mas será que vale a pena??
stella -andra
2010-10-05
21:06
Que tal agora , resolver em calculos matematicos a degradação de jovens, fome, probreza ,e falta de emprego, resolve e manda aki pra gente ver a solução tbm,
Ivi
2011-02-20
17:45
Eu sempre achei que o casamento atual tende ao fracasso. É impossível no mundo contemporâneo um casal viver monogamicamente junto a vida inteira. Acho que o casamento deveria ter prazo de validade e opção de continuar ou não.
Afinal lembremos que : os filhos são um amor eterno,eles são para sempre...Mas os cônjuges não. E toda pessoa merece e deve buscar um melhor relacionamento, se o seu casamento é infeliz.
Letícia Santos Mellini
2011-06-01
22:15
Amor eterno..
Há eternidade cujo você mesmo sabe que serás comprometido um ao outro, sim pode acontecer, devido ao inúmero de pessoas que ficam anos e anos juntos, até que a morte as separem... Mas uma frase melhor refere-se a todo esse contexto : Que seja eterno enquanto dure.. e que assim seja..
Meu nome Letícia .. 14 anos, é assim que eu penso, se não há métodos para descobrir cura para várias doenças ou coisas que acontecem que nem mesmo os especialistas sabem responder, acho que o Amor tem lá suas duvidas, ainda mais quando se trata de Amor eterno..
Keiji Nakamura
2012-11-09
17:23
Se a teoria matemática do "amor eterno" estiver contida no campo do cálculo diferencial haverá duas soluções: amor eterno existe ou não existe, então o "amor eterno" tem apenas uma somente uma possibilidade. Amor eterno existe.
Keiji Nakamura
Fabiana
2013-02-11
17:01
A própria teoria deixa claro que é necessário um esforço continuo e além do esperado para que uma relação seja duradoura. O amor é justamente o que nos faz acreditar que esse esforço vale a pena... para estarmos com alguém que gostamos e que também gosta da gente...
Sandro Heleno Tavares
2014-02-10
19:11
O próprio autor dos estudos,José m Reis, nos dá a resposta, de um modo muito simples e sem precisar recorrer a calulos mirabolantes, quando no final da frase, ele menciona que: o amor é uma substância que arrefece. Ora,se o amor arrefece, ou seja,esfria é lógico que a variáveis que influem nesse estado porem à que se fazer um esforço maior pra sair dessa situação e manter tal esforço para que o amor não esfrie novamente.
Lucas
2014-06-27
06:24
Isso mesmo... Esta completamente certo
Renan Reis
2014-10-03
18:05
O amor é um tipo de vício, e há muitos vícios que persistem durante toda a vida. Por que isso não ocorre com o amor com a mesma frequência? Acredito que o motivo seja devido as atividades viciantes sempre permanecerem as mesmas, enquanto as pessoas mudam com os anos. As pessoas mudam em si mesmas (seus interesses, aparência, temperamento...). E também mudam em relação ao cuidado com o outro. A princípio esse zelo diminui não por amar menos o parceiro, mas por sentir que uma vez conquistada, não é mais preciso a mesma atenção para com a pessoa. Com o tempo isso faz a relação perder o caráter reforçador original, os motivos que tinham para estar juntos antes caducam, e o comportamento de procurar estar com o parceiro entre em extinção.

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