Receba as notícias:

Jovens viciados em Internet sofrem mais de depressão

Comportamento patológico traz mais do dobro das hipóteses de desenvolver a doença

2010-08-03
Tendência afecta sobretudo países desenvolvidos
Tendência afecta sobretudo países desenvolvidos
Os adolescentes viciados em Internet têm mais do dobro de hipóteses de sofrerem depressão do que aqueles que estão on-line de um modo mais controlado, revela um estudo publicado no Archives of Pedriatic and Adolescent Medicine. 

Segundo a investigação, 1041 jovens de Guangzhou,entre os 13 e os 18 anos de idade, no sudeste da China, responderam a um questionário para identificar se utilizavam a Internet de um modo patológico e se sofriam ansiedade e depressão.

A maioria dos adolescentes (mais de 940) utilizava a rede correctamente. Porém, 62 foram classificados como internautas moderadamente patológicos e 2 como “severamente patológicos”.

Nove meses após o questionário, a condição dos jovens voltou a ser avaliada e os cientistas descobriram que os estudantes que usavam a Internet de modo descontrolado ou irracional tinham uma propensão duas vezes e meia maior de desenvolver uma depressão do que aqueles que acediam à rede de modo controlado.

Os investigadores sugerem que a Internet pode contribuir para desenvolver patologias de indivíduos que não teriam qualquer problema de saúde mental. O estudo pode ajudar a prevenir doenças mentais nos jovens, em particular nos que vivem em países desenvolvidos. 
Costa-Pereira
2010-08-04
19:34
Interessante artigo, que mostrei a meu neto de 13 anos e que muito o preocupou.
Disse-me que irá controlar melhor o tempo que dedica à Internet.
Heitor Silva
2010-08-05
20:09
Só foi pena que este estudo não investigou a actividade cerebral destes jovens através do EEG. Penso que iriam identificar um abaixamento na média do EEG dos mais propensos para a depressão.

Adicionar comentário:

Comentário
Nome:
Email:
Insira as letras na caixa
Ciência Hoje não publica comentários anónimos. Ciência Hoje só publica comentários identificados com nome e email para eventual posterior contacto. Ciência Hoje recusa publicar comentários insultuosos ou ataques pessoais.

Últimas notícias

A Ciência na educação pré-escolar

A guerra dos espermatozóides

O Viagra protege o coração para além do quarto

Premiado dispositivo portátil
para recuperar lesões desportivas

Aí está o andarilho inteligente motorizado
com «marca» portuguesa

Ajuda de emergência para «overdoses»

Investigadores portugueses abrem novas possibilidades
no desenho de vacinas contra o cancro

Porquê eu? Muitas mulheres que vivem na pobreza
culpam os filhos e a vida amorosa

O papel dos "oásis" oceânicos nas interacções
entre organismos marinhos

Planta substituta de sal desenvolvida
em cultura in vitro por aluna da UTAD

Trabalho de investigadores da UA
cruza-se com o do Nobel da Física 2014

José Vieira da Universidade do Minho
foi eleito presidente da FEANI

Machimosaurus: o crocodilomorfo
de nove metros do Jurássico de Portugal

Investigação do IMM sobre causas e tratamento
da doença de Crohn premiada nos EUA

Jet lag prejudica funções cognitivas a curto prazo

Quando melhores descobertas ganham destaque
nas primeiras páginas dos jornais e nos telejornais

Investigadores do Porto distinguidos com prémio Grünenthal Dor

Fundação Champalimaud e governo do Rajastão
investem em clínica para o cancro

Visão sem precedentes de duzentas galáxias no Universo

Pistas para a neutralização do HIV

Homens e mulheres avaliam arte de forma diferente

Aumento do desemprego (também) pode
colocar em causa o futuro da Segurança Social

Colar os cromossomas no sítio certo

Cientista Português identifica mecanismo que evita
o suicídio celular e um potencial alvo contra o cancro

Maior painel termodinâmico do mundo é português

Jogos interactivos auxiliam vítimas de AVC

Nobel da Química premeia invenção
do microscópio fluorescente de alta resolução

Cientistas europeus manifestam-se dia 17
em Espanha, França e Itália

Nobel da Física para os japoneses dos LED azuis

Consumo crónico de melatonina
combate a obesidade e a diabetes