Receba as notícias:

Exercício «n-back» é um eficaz treino mental

Jogo aumenta capacidade de raciocínio e de resolução de problemas

2011-06-06

A melhor forma de entreter o cérebro e ao mesmo tempo aumentar a inteligência é um exercício chamado «n-back». Um estudo da Universidade de Michigan (EUA) afirma que a prática diária de 20 minutos durante 20 dias melhora significativamente os resultados em provas de inteligência. O jogo, que tem como objectivo recordar as posições de uma figura num ecrã, aumenta a capacidade de raciocinar e de resolver novos problemas, melhoria essa que se prolonga pelo menos três meses.

Os resultados do estudo foram apresentados na Associação para a Ciência Psicológica, em Washington, por um dos responsáveis pela investigação, o psicólogo John Jonides, que colaborou com colegas das universidades de Berna e Taipei. A investigação foi realizada com 200 crianças e jovens.

O exercício mental, criado por W. K. Kirchner, em 1958, utiliza uma função do cérebro conhecida como 'memória de trabalho', a capacidade de reter a informação de forma activa mesmo que se produzam distracções e interferências numa tarefa.

Outro grupo de investigadores tinha já sugerido que existia uma relação entre este tipo de memória e o facto de muitas pessoas adultas não serem capazes de recordar o que estavam a fazer quando são interrompidas.

O exercício, com as suas muitas variantes, pode ser facilmente encontrado na Internet. Basicamente, o jogo é uma continuous performance task (tarefa de performance contínua) e consiste em assinalar o sítio onde o objecto aparece repetido. A isto podem ligar-se outros elementos como o som (criando um dual n-back). A dificuldade vai aumentando à medida que se joga.

O investigador John Jonides afirma que quanto mais prazer se tirar do jogo maior é o aperfeiçoamento da inteligência fluida. 

wagner
2014-09-19
18:26
Tem algum link onde possa jogar o jogo em português não consigo achar em site brasileiro :/

Adicionar comentário:

Comentário
Nome:
Email:
Insira as letras na caixa
Ciência Hoje não publica comentários anónimos. Ciência Hoje só publica comentários identificados com nome e email para eventual posterior contacto. Ciência Hoje recusa publicar comentários insultuosos ou ataques pessoais.

Últimas notícias

No more bleeding for “iron overload” patients?

Coimbra dá importante contributo
para aplicação da terapia génica

Estudo inédito do sofrimento na deficiência visual
vale nota 20 a aluna quase cega

Prémio Terre de Femmes para bióloga da UA

Encontrado o gene responsável
pela reacção das plantas ao toque

Dores nas costas e hérnias discais

Investigação sobre Cancro, AVC e descontaminação da água
por medicamentos distingue jovens investigadoras

UTAD investiga valor nutricional do leite de golfinhos

Terapia amiga do ambiente descontamina
águas das pisciculturas

Portas abertas para novos tratamentos
para a artrite reumatóide

Gosta de merujes? Vão aparecer na sua mesa!

Estudantes de medicina apostam
na formação científica e humana

Investigadora da Universidade de Coimbra premiada
pela Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas

UC estuda o impacto do novo metro igeiro de Macau

Hepatite C: nova realidade, novos horizontes

Saúde do cérebro e do coração começa na boca

Descoberto o responsável pelo surgimento
de problemas de memória

UA combate contrafacção com códigos DNA para marcas

Investigadores belgas e franceses medem
a temperatura do coração das estrelas

Estudante da UA imprime circuitos electrónicos em papel

Je suis Charlie

Investigações sobre cromossomas e doença de Huntington
premiadas hoje pela FLAD

Investigadora da UTAD distinguida na Galiza
com Prémio “Vicente Risco”

Compostos descobertos na casca do eucalipto
já têm método de extracção

Em 2015 continuo a supor que poderíamos ter pedido baunilha…

Investigadores de Coimbra querem melhorar
prognóstico do transplante de fígado

Curador do primeiro planetário da América
vai ser português

Humilhação dos 7-1 leva o Brasil
a olhar para a ciência

Carlos Ribeiro eleito para o primeiro grupo
dos FENS-Kavli Scholars

Rotundas virtuais vão projectar rotundas reais
seguras e amigas do ambiente