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Estudo avalia dor sexual nas mulheres portuguesas

Nova investigação do SexLab da UA precisa de voluntárias

2012-01-05
Dor sexual pode ser crónica ou disfunção.
Dor sexual pode ser crónica ou disfunção.
Funcionamento sexual, auto-estima sexual, relacionamento com o parceiro, pensamentos, crenças, afectos e diferentes características da dor são alguns dos pontos que Cátia Oliveira, investigadora da Unidade Laboratorial de Investigação em Sexualidade Humana (SexLab), da Universidade de Aveiro, quer avaliar em mulheres com dor sexual.

Intitulado «Determinantes psicossociais da dor Sexual na mulher», o estudo pretende ajudar a quebrar um tabu entre as mulheres portuguesas. "Tenho visto na minha prática clínica que a dor sexual é quase como se fosse um segredo para as mulheres que a têm. A maior parte das mulheres não procuram ajuda, limitam-se a viver com a dor e nem sempre partilham o problema com os próprios parceiros", explica a psicóloga e terapeuta sexual Cátia Oliveira.

“Nestas coisas do sexo e do amor nós todos temos coisas a aprender”

FMUP recebeu sessão “Sexualidade: tudo o que querias saber mas não ousavas perguntar”

2011-11-15
Por Luísa Marinho

Margarida Braga, Manuel Esteves, Gabriela Moita e Rui Mota Cardoso
Margarida Braga, Manuel Esteves, Gabriela Moita e Rui Mota Cardoso
Foi no meio de muitas gargalhadas e exclamações que decorreu, pela primeira vez na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), a sessão «Sexualidade: tudo o que querias saber mas não ousavas perguntar», direccionada a alunos de escolas do distrito do Porto, com idades entre os 13 e os 18 anos. A Aula Magna da instituição ficou lotada.

Sem assombros nem preconceitos, os especialistas das áreas da Psiquiatria e Sexologia Rui Mota Cardoso, como moderador, Margarida Braga e Manuel Esteves (professores da FMUP) e Gabriela Moita esclareceram as dúvidas aos ‘iniciantes’.

Quantos sexos há afinal?

Hermafroditismo divide especialistas

2009-10-09

«Hermafrodita Adormecido», escultura romana do século II
«Hermafrodita Adormecido», escultura romana do século II
A ambiguidade da condição sexual da atleta sul-africana Caster Semenya veio relançar a discussão sobre a existência de intersexos ou, por outro lado, de cinco sexos. O consenso entre sexólogos não existe, e mesmo os especialistas portugueses divergem entre si.

‘É menino, menina, ou...?’

Associação de Medicina e Direito promoveu debate sobre ‘Mudança de Sexo’
no Clube Literário do Porto

2009-09-25
Por Liliana Leandro
E no princípio Deus criou homem e mulher, Adão e Eva à sua imagem e semelhança. Crescemos a ouvir este dogma da igreja católica e assumimos que assim é: que quando nasce, o ser humano (e qualquer outro animal, salvo raras excepções de hermafroditismo) é feminino ou masculino. Mas, e se assim não for? E se o Adão crescer a sentir-se Ana ou Maria e se Eva tiver nascido com ambiguidade sexual? O tema não é recente e há mesmo referências históricas nesse sentido. Na mitologia romana Vénus Castina ouvia lamúrias das almas femininas enclausuradas em corpos masculinos e até o papa João VIII afinal era Joana.

O tema ‘Mudança de Sexo’ foi, por isso mesmo, debatido na noite de ontem no Clube Literário do Porto, numa iniciativa conjunta com a Associação Medjuris. O geneticista João Alberto Barros e o jurista Pedro Pinto Monteiro analisaram as questões práticas e teóricas da transexualidade e intersexualidade, sob a orientação de Miguel Leão da Ordem dos Médicos.

Educação sexual deve começar ao « ano e meio»

J. Pinto da Costa explica que as crianças têm de ser preparadas para se defenderem de crimes sexuais

2009-05-23
Por Liliana Leandro
José Eduardo Pinto da Costa (foto do site do Professor)
José Eduardo Pinto da Costa (foto do site do Professor)
As crianças devem iniciar o seu contacto com a educação sexual quando têm “ um ano e meio”, para “começarem a identificar o corpo” defendeu o professor Pinto da Costa em conversa com Ciência Hoje.  Especialista em medicina-legal e docente do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, no Porto, o antigo responsável do Instituto de Medicina Legal da capital do Norte está a preparar um ciclo de conferências que irá dirigir no Visionarium, Santa Maria da Feira. A primeira, sobre “Sexologia Forense”, tem lugar no próximo dia 6 de Junho.

Estudo português premiado no Congresso Europeu de Sexologia

2008-05-03
Pedro Nobre e Sandra Vilarinho durante a entrega do prémio em Abril na capital italiana
Pedro Nobre e Sandra Vilarinho durante a entrega do prémio em Abril na capital italiana
Sandra Vilarinho, da Universidade de Coimbra, e Pedro Nobre, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), receberam o primeiro Prémio para Melhor Artigo Científico no Congresso Europeu de Sexologia que decorreu em Abril, em Roma. O artigo intitulado "Portuguese women's sexuality and biopsycosocial determinants: A focus on sexual well-being" foi seleccionado entre mais de 500 comunicações e posters.

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