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	<title><![CDATA[ Ciencia Hoje - Noticias]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/portal/news.php]]></link>
	<description><![CDATA[ Canal de noticias]]></description>
	<language>pt</language>
<item>
	<title><![CDATA[Cientistas extraem biodiesel de microalgas da ria de Aveiro]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54200&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54200&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Os cientistas dos departamentos de Engenharia Mecânica e de Biologia da Universidade de Aveiro (UA) querem produzir biodiesel a partir de microalgas naturais (Chlorella vulgaris) da ria de Aveiro.

&ldquo;O que fizemos foi olhar para a natureza das microalgas disponíveis na ria de Aveiro, confrontar com aquelas microalgas que tinham algum potencial em termos de produção de biodiesel e, nesse aspecto, a Chlorella vulgaris parecia ser uma escolha adequada&rdquo;, explica Fernando Neto ao Ciência Hoje.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[Os cientistas dos departamentos de Engenharia Mecânica e de Biologia da Universidade de Aveiro (UA) querem produzir biodiesel a partir de microalgas naturais (Chlorella vulgaris) da ria de Aveiro.

&ldquo;O que fizemos foi olhar para a natureza das microalgas disponíveis na ria de Aveiro, confrontar com aquelas microalgas que tinham algum potencial em termos de produção de biodiesel e, nesse aspecto, a Chlorella vulgaris parecia ser uma escolha adequada&rdquo;, explica Fernando Neto ao Ciência Hoje.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Pegada da humanidade é vista desde o espaço]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54195&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54195&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[O astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA), André Kuipers, é agora também embaixador da World Wildlife Fund (WWF), tendo contribuído para a o Living Planet Report, que publica medições das alterações na biodiversidade, seguindo 9000 populações de mais de 2600 espécies no mundo. André escreveu o prefácio do relatório e ajuda a mostrar a fragilidade do nosso mundo.

O astronauta tem estado preocupado com o estado do nosso planeta desde a sua última missão à Estação Espacial Internacional, em 2004. Há já algum tempo que envia imagens que mostram o impacto do homem no nosso clima. &ldquo;Só temos uma Terra. Daqui consigo ver a pegada da humanidade, incluindo os fogos florestais, a poluição atmosférica, a erosão &ndash; questões que estão reflectidas nesta edição do Living Planet Report&rdquo;, disse André.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[O astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA), André Kuipers, é agora também embaixador da World Wildlife Fund (WWF), tendo contribuído para a o Living Planet Report, que publica medições das alterações na biodiversidade, seguindo 9000 populações de mais de 2600 espécies no mundo. André escreveu o prefácio do relatório e ajuda a mostrar a fragilidade do nosso mundo.

O astronauta tem estado preocupado com o estado do nosso planeta desde a sua última missão à Estação Espacial Internacional, em 2004. Há já algum tempo que envia imagens que mostram o impacto do homem no nosso clima. &ldquo;Só temos uma Terra. Daqui consigo ver a pegada da humanidade, incluindo os fogos florestais, a poluição atmosférica, a erosão &ndash; questões que estão reflectidas nesta edição do Living Planet Report&rdquo;, disse André.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Elas vão 'fascinar' o País!]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54193&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54193&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Portugal celebra com o resto do mundo o primeiro dia internacional do fascínio das plantas («Fascination of Plants Day»), esta sexta-feira.

A iniciativa, lançada pela European Plant Science Organisation e com representação nacional da Sociedade Portuguesa de Fisiologia Vegetal, &ldquo;vai permitir que, pelo menos durante um dia, as plantas sejam o foco de todas as atenções&rdquo;, afirma Nelson Saibo ao Ciência Hoje. 
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@Portugal celebra com o resto do mundo o primeiro dia internacional do fascínio das plantas («Fascination of Plants Day»), esta sexta-feira.

A iniciativa, lançada pela European Plant Science Organisation e com representação nacional da Sociedade Portuguesa de Fisiologia Vegetal, &ldquo;vai permitir que, pelo menos durante um dia, as plantas sejam o foco de todas as atenções&rdquo;, afirma Nelson Saibo ao Ciência Hoje. 
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Astronautas vão viajar pelo sistema solar em 2021]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54191&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54191&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[
	O futuro Sistema de Lançamento Espacial (Space Launch System - SLS) em que a NASA está a trabalhar, será o veículo de lançamento mais potente até hoje construído. Servirá para para enviar astronautas para o espaço profundo: Lua, Marte e mesmo asteróides deverão ser os destinos. Está a ser projectado para transportar o Orion, nave que tem capacidade de transportar entre quatro e seis astronautas.

	Todd May, director do programa, já informou que está previsto um voo de teste não tripulado da Orion em 2014, a que se seguirá um teste do próprio sistema SLS, em 2017, e uma missão conjunta do lançador e da cápsula, já com astronautas que durará entre 10 e 14 dias, tempo de ir até à Lua e voltar. Isto só acontecerá em 2021.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[
	O futuro Sistema de Lançamento Espacial (Space Launch System - SLS) em que a NASA está a trabalhar, será o veículo de lançamento mais potente até hoje construído. Servirá para para enviar astronautas para o espaço profundo: Lua, Marte e mesmo asteróides deverão ser os destinos. Está a ser projectado para transportar o Orion, nave que tem capacidade de transportar entre quatro e seis astronautas.

	Todd May, director do programa, já informou que está previsto um voo de teste não tripulado da Orion em 2014, a que se seguirá um teste do próprio sistema SLS, em 2017, e uma missão conjunta do lançador e da cápsula, já com astronautas que durará entre 10 e 14 dias, tempo de ir até à Lua e voltar. Isto só acontecerá em 2021.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Seis projectos de empreendedorismo social em 48h]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54189&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54189&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Através de uma nova metodologia, 22 jovens criaram seis iniciativas de intervenção social para Portugal, Cabo Verde e Moçambique no primeiro Project Lab do GASNova. &ldquo;Foi algo que nunca tinha sido feito e em apenas 48h conseguimos que os voluntários se envolvessem com os problemas, compreendessem as suas causas e criassem soluções inovadoras, reais e com aplicação imediata&rdquo;, explicou Pedro Afonso, presidente do GASNova.

Inspirada na metodologia de Bootcamp de Empreendedorismo Social, do Instituto de Empreendedorismo Social &ndash; cujo presidente, Miguel Alves Martins, foi um dos fundadores do GASNova &ndash; esta acção permitiu chegar a 6 soluções com aplicação junto das comunidades seleccionadas.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[Através de uma nova metodologia, 22 jovens criaram seis iniciativas de intervenção social para Portugal, Cabo Verde e Moçambique no primeiro Project Lab do GASNova. &ldquo;Foi algo que nunca tinha sido feito e em apenas 48h conseguimos que os voluntários se envolvessem com os problemas, compreendessem as suas causas e criassem soluções inovadoras, reais e com aplicação imediata&rdquo;, explicou Pedro Afonso, presidente do GASNova.

Inspirada na metodologia de Bootcamp de Empreendedorismo Social, do Instituto de Empreendedorismo Social &ndash; cujo presidente, Miguel Alves Martins, foi um dos fundadores do GASNova &ndash; esta acção permitiu chegar a 6 soluções com aplicação junto das comunidades seleccionadas.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Terapia genética rejuvenesce ratos com melhorias na saúde]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54187&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-16</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54187&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[A terapia genética permite que velhos ratinhos vivam por mais tempo e saudáveis, segundo um artigo publicado, por investigadores do Centro Nacional de Investigação Oncológica espanhol (CNIO), na EMBO Molecular Medicine.

Com apenas um tratamento para transferir telómeros para diferentes células no organismo, os pequenos roedores mostraram melhorias drásticas na saúde, forma física e longevidade. Os telómeros são enzimas que permitem ajudar a manter a integridade física da ponta dos cromossomas.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[A terapia genética permite que velhos ratinhos vivam por mais tempo e saudáveis, segundo um artigo publicado, por investigadores do Centro Nacional de Investigação Oncológica espanhol (CNIO), na EMBO Molecular Medicine.

Com apenas um tratamento para transferir telómeros para diferentes células no organismo, os pequenos roedores mostraram melhorias drásticas na saúde, forma física e longevidade. Os telómeros são enzimas que permitem ajudar a manter a integridade física da ponta dos cromossomas.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Investigadoras do IGC identificam  novo transportador de fosfato em plantas]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54184&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-15</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54184&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Uma equipa do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) acaba de publicar um estudo na revista New Phytologist onde identifica um novo transportador de fosfato inorgânico (Pi) nas células da raiz da planta Arabidopsis thaliana, da família da mostarda.

&ldquo;Descobrimos que o gene da planta modelo Arabidopsis thaliana, designado Pht1;9, produz uma proteína da membrana celular que se liga de forma altamente eficaz a Pi, sendo assim capaz de o transportar para o interior das células da raiz mesmo quando este está presente em quantidades muito reduzidas no solo&rdquo;, explica Paula Duque, investigadora que liderou a equipa do IGC, ao Ciência Hoje.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@Uma equipa do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) acaba de publicar um estudo na revista New Phytologist onde identifica um novo transportador de fosfato inorgânico (Pi) nas células da raiz da planta Arabidopsis thaliana, da família da mostarda.

&ldquo;Descobrimos que o gene da planta modelo Arabidopsis thaliana, designado Pht1;9, produz uma proteína da membrana celular que se liga de forma altamente eficaz a Pi, sendo assim capaz de o transportar para o interior das células da raiz mesmo quando este está presente em quantidades muito reduzidas no solo&rdquo;, explica Paula Duque, investigadora que liderou a equipa do IGC, ao Ciência Hoje.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Nova aplicação evita roubo de combustível]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54182&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-15</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54182&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Uma nova aplicação permite detectar em tempo real o roubo de combustível. Através de um sensor, que está em contacto permanente com a central, é possível monitorizar os movimentos que ocorrem dentro do depósito de um automóvel quando este está desligado.

Caso a bóia se mexa enquanto a ignição da viatura estiver &lsquo;off&rsquo;, é disparado um alerta automático para uma sala de controlo, espaço onde todos os veículos à responsabilidade da empresa são monitorizados de forma permanente. Disponível 24 horas por dia e funciona nos 365 dias do ano.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[Uma nova aplicação permite detectar em tempo real o roubo de combustível. Através de um sensor, que está em contacto permanente com a central, é possível monitorizar os movimentos que ocorrem dentro do depósito de um automóvel quando este está desligado.

Caso a bóia se mexa enquanto a ignição da viatura estiver &lsquo;off&rsquo;, é disparado um alerta automático para uma sala de controlo, espaço onde todos os veículos à responsabilidade da empresa são monitorizados de forma permanente. Disponível 24 horas por dia e funciona nos 365 dias do ano.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[As cidades europeias precisam  de se adaptar às alterações climáticas]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54179&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-15</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54179&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Três quartos dos europeus vivem em cidades e a maior parte daquilo que é produzido vem delas. As áreas urbanas estão em risco devido às alterações climáticas, segundo um relatório da Associação Europeia do Ambiente (EEA) divulgado ontem. O documento alerta que o continente devia aproveitar a oportunidade para se adaptar às mudanças, já que uma adaptação tardia levará a prejuízos maiores.

Na Europa, as temperaturas estão a subir, a precipitação a mudar e o nível do mar a subir. O relatório «Adaptação urbana às alterações climáticas na Europa» refere que os efeitos não se sentirão uniformemente pelo continente fora e, por isso, as cidades precisam de investir e avançar com medidas de boas práticas. &ldquo;Caso os líderes políticos não se apressem, mais cara será a adaptação e maior o perigo para os cidadãos&rdquo;, lê-se.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@Três quartos dos europeus vivem em cidades e a maior parte daquilo que é produzido vem delas. As áreas urbanas estão em risco devido às alterações climáticas, segundo um relatório da Associação Europeia do Ambiente (EEA) divulgado ontem. O documento alerta que o continente devia aproveitar a oportunidade para se adaptar às mudanças, já que uma adaptação tardia levará a prejuízos maiores.

Na Europa, as temperaturas estão a subir, a precipitação a mudar e o nível do mar a subir. O relatório «Adaptação urbana às alterações climáticas na Europa» refere que os efeitos não se sentirão uniformemente pelo continente fora e, por isso, as cidades precisam de investir e avançar com medidas de boas práticas. &ldquo;Caso os líderes políticos não se apressem, mais cara será a adaptação e maior o perigo para os cidadãos&rdquo;, lê-se.
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Abertas as candidaturas para o seminário «BioCamp 2012»]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54177&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54177&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Já abriram as candidaturas ao «International Biotechnology Leadership Camp» (BioCamp 2012). Dirigido aos estudantes de ciências naturais ou gestão empresarial, o seminário vai durar três dias e tem como objetivo aproximar o sector biotecnológico de jovens talentos.

Este ano, o BioCamp decorre entre os dias 27 a 29 de Agosto na sede da Novartis em Basileia, na Suíça, e reunirá 60 estudantes de todo o mundo.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@Já abriram as candidaturas ao «International Biotechnology Leadership Camp» (BioCamp 2012). Dirigido aos estudantes de ciências naturais ou gestão empresarial, o seminário vai durar três dias e tem como objetivo aproximar o sector biotecnológico de jovens talentos.

Este ano, o BioCamp decorre entre os dias 27 a 29 de Agosto na sede da Novartis em Basileia, na Suíça, e reunirá 60 estudantes de todo o mundo.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Hidrogénio poderá ser futuro combustível nos transportes]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54175&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54175&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[O facto de o petróleo estar a escassear não é novidade. Este material tem-se tornado mais valioso do que o ouro e são várias as linhas de investigação que procuram outras opções. Uma equipa de estudo liderada pela cientista indiana Elby Titus, do Centro de Tecnologia Mecânica e Automação do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro (UA), apresentou um novo composto que traz a possibilidade de o hidrogénio ser um combustível alternativo.

O nanocompósito de grafeno geolite com níquel e é um material que &ldquo;tem a potencialidade de dissolver o hidrogénio&rdquo;, segundo explicou Elby Titus, ao jornal «Ciência Hoje» («CH»). Recorde-se que este gás é altamente inflamável e &ldquo;o maior problema até então era descobrir uma maneira de armazená-lo em veículos de forma segura&rdquo;, continuou. No entanto, quando a equipa da UA percebeu que &ldquo;o níquel tem a capacidade de separar a molécula de hidrogénio (H2) em radiacais de hidrogénio (H+)&rdquo;, foi o primeiro passo para torna-lo suficientemente seguro.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[O facto de o petróleo estar a escassear não é novidade. Este material tem-se tornado mais valioso do que o ouro e são várias as linhas de investigação que procuram outras opções. Uma equipa de estudo liderada pela cientista indiana Elby Titus, do Centro de Tecnologia Mecânica e Automação do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro (UA), apresentou um novo composto que traz a possibilidade de o hidrogénio ser um combustível alternativo.

O nanocompósito de grafeno geolite com níquel e é um material que &ldquo;tem a potencialidade de dissolver o hidrogénio&rdquo;, segundo explicou Elby Titus, ao jornal «Ciência Hoje» («CH»). Recorde-se que este gás é altamente inflamável e &ldquo;o maior problema até então era descobrir uma maneira de armazená-lo em veículos de forma segura&rdquo;, continuou. No entanto, quando a equipa da UA percebeu que &ldquo;o níquel tem a capacidade de separar a molécula de hidrogénio (H2) em radiacais de hidrogénio (H+)&rdquo;, foi o primeiro passo para torna-lo suficientemente seguro.
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Células estaminais podem evitar  efeitos secundários da quimioterapia]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54170&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54170&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[
	Um dos objectivos da actual investigação na área do cancro é descobrir como evitar que os tratamentos anti-tumorais afectem as células saudáveis. Um ensaio com células estaminais realizado no Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle (EUA) aponta novos caminhos nessa direcção.

	O trabalho que os investigadores realizaram consistiu em extrair células da medula óssea (hematopoieticas, porque são as que geram as células sanguíneas), tratando-as com um gene resistente à quimioterapia. Essas células foram injectadas nos pacientes antes da quimioterapia. O artigo que apresenta o resultado dos ensaios está publicado na «Science Translational Medicine».
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[
	Um dos objectivos da actual investigação na área do cancro é descobrir como evitar que os tratamentos anti-tumorais afectem as células saudáveis. Um ensaio com células estaminais realizado no Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle (EUA) aponta novos caminhos nessa direcção.

	O trabalho que os investigadores realizaram consistiu em extrair células da medula óssea (hematopoieticas, porque são as que geram as células sanguíneas), tratando-as com um gene resistente à quimioterapia. Essas células foram injectadas nos pacientes antes da quimioterapia. O artigo que apresenta o resultado dos ensaios está publicado na «Science Translational Medicine».
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Alunos do secundário distinguidos na Assembleia da República]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54169&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54169&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[Estudantes das Escolas Secundárias de Oeiras, Cascais e Baixa da Banheira receberam hoje, na Assembleia da República, os prémios do concurso «Procriação Medicamente Assistida em Debate».

O desafio lançado a jovens do 12º ano pelo Conselho Nacional para a Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) e pela Ciência Viva, teve como objectivos promover o conhecimento sobre a Procriação Medicamente Assistida (PMA) dos pontos de vista científico, tecnológico, ético, social e legal; e estimular o debate sobre a PMA.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@Estudantes das Escolas Secundárias de Oeiras, Cascais e Baixa da Banheira receberam hoje, na Assembleia da República, os prémios do concurso «Procriação Medicamente Assistida em Debate».

O desafio lançado a jovens do 12º ano pelo Conselho Nacional para a Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) e pela Ciência Viva, teve como objectivos promover o conhecimento sobre a Procriação Medicamente Assistida (PMA) dos pontos de vista científico, tecnológico, ético, social e legal; e estimular o debate sobre a PMA.
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Vírus inofensivo pode gerar energia eléctrica]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54166&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54166&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[
	
	
	Cientistas da universidade norte-americana de Berkeley desenvolveram um método que utiliza vírus inofensivos para converter energia mecânica em electricidade. Os investigadores conseguiram criar um gerador capaz de produzir a corrente necessária para iluminar um pequeno ecrã LCD, que funciona pressionando com um dedo um eléctrodo do tamanho de um selo dos correios. O estudo está publicado na «Nature Nanotechnology».
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[
	@@
	
	Cientistas da universidade norte-americana de Berkeley desenvolveram um método que utiliza vírus inofensivos para converter energia mecânica em electricidade. Os investigadores conseguiram criar um gerador capaz de produzir a corrente necessária para iluminar um pequeno ecrã LCD, que funciona pressionando com um dedo um eléctrodo do tamanho de um selo dos correios. O estudo está publicado na «Nature Nanotechnology».
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Salicórnia: o novo tempero em alternativa ao sal]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54162&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-14</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54162&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[A salicórnia (Salicornia ramosissima), planta que cresce nas salinas, é comestível e poderá ser a nova opção de tempero na alimentação, em alternativa ao sal. Nasce de forma espontânea, é natural e halófita &ndash; por suportar grandes níveis de salinidade.

Inicialmente, considerava-se que entrava em conflito com a salicultura, como uma espécie de &ldquo;erva daninha&rdquo; e contratavam-se grupos de pessoas especificamente para a apanhar. &ldquo;Cresce nos talhos e impede que a acção do vento se repercute na água, ou seja, se a água for menos agitada, evapora mais, os limos formam-se mais facilmente e produz-se menos sal&rdquo;, explicou José João Rodrigues, salicultor, ao jornal «Ciência Hoje».
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@A salicórnia (Salicornia ramosissima), planta que cresce nas salinas, é comestível e poderá ser a nova opção de tempero na alimentação, em alternativa ao sal. Nasce de forma espontânea, é natural e halófita &ndash; por suportar grandes níveis de salinidade.

Inicialmente, considerava-se que entrava em conflito com a salicultura, como uma espécie de &ldquo;erva daninha&rdquo; e contratavam-se grupos de pessoas especificamente para a apanhar. &ldquo;Cresce nos talhos e impede que a acção do vento se repercute na água, ou seja, se a água for menos agitada, evapora mais, os limos formam-se mais facilmente e produz-se menos sal&rdquo;, explicou José João Rodrigues, salicultor, ao jornal «Ciência Hoje».
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[O futuro dos veículos não tripulados]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54160&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-11</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54160&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[
	As tecnologias concebidas para actuar debaixo de água marcam forte presença no Fórum do Mar, que se realiza até amanhã, na Exponor, Matosinhos. A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) apresentou-se com um dos seus veículos subaquáticos autónomos desenvolvidos no Laboratório de Sistemas e Tecnologias Subaquáticas (LSTS).

	Como explicou ao «Ciência Hoje» Margarida Faria, bolseira de doutoramento na FEUP, cartografar o fundo do mar, ajudando a conhecer melhor a zona económica exclusiva portuguesa, uma das maiores do mundo, é um dos objectivos deste tipo de veículos.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[
	As tecnologias concebidas para actuar debaixo de água marcam forte presença no Fórum do Mar, que se realiza até amanhã, na Exponor, Matosinhos. A Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) apresentou-se com um dos seus veículos subaquáticos autónomos desenvolvidos no Laboratório de Sistemas e Tecnologias Subaquáticas (LSTS).

	Como explicou ao «Ciência Hoje» Margarida Faria, bolseira de doutoramento na FEUP, cartografar o fundo do mar, ajudando a conhecer melhor a zona económica exclusiva portuguesa, uma das maiores do mundo, é um dos objectivos deste tipo de veículos.
]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Risco de lesão no futebol jovem é reduzido]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54157&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-11</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54157&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[O risco de lesão no futebol jovem não é superior ao risco de lesão noutras modalidades, conclui um estudo realizado por uma equipa do Centro de Investigação, formação, Intervenção e Inovação em Desporto (CIFI2D), da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.

O estudo, publicado na revista Journal of Athletic Training, contou com a participação de 674 crianças e adolescentes com idades entre os 12 e os 19 anos. Durante uma época, estes jovens que jogam futebol com regularidade foram acompanhados pelas equipas técnicas e médicas dos clubes desportivos participantes e a ocorrência de lesões foi cuidadosamente anotada.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@O risco de lesão no futebol jovem não é superior ao risco de lesão noutras modalidades, conclui um estudo realizado por uma equipa do Centro de Investigação, formação, Intervenção e Inovação em Desporto (CIFI2D), da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.

O estudo, publicado na revista Journal of Athletic Training, contou com a participação de 674 crianças e adolescentes com idades entre os 12 e os 19 anos. Durante uma época, estes jovens que jogam futebol com regularidade foram acompanhados pelas equipas técnicas e médicas dos clubes desportivos participantes e a ocorrência de lesões foi cuidadosamente anotada.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Visita ao Parlamento Europeu:  segunda distinção de JJC]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54147&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-11</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54147&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[A equipa que ficar em segundo lugar na final do concurso «Jovens Jornalistas de Ciência» vai viajar até Bruxelas para visitar o Parlamento Europeu.

Assim sendo é a seguinte a lista final das distinções de JJC:

5º lugar - quatro tablets

4º lugar. Fim-de-semana radical em Gouveia

3º lugar - Viagem a Paris para visitar o Parque de La Villette

2º lugar - Viagem a Bruxelas para visitar o Parlamento Europeu

1º lugar - Viagem de seis dias a Nova Iorque

A final tem lugar a partir das 15 horas de 25 de Maio no Casino da Figueira da Foz e tem uma duração prevista de cinco horas.

Cada uma das cinco equipas entrevistará um cientista de que apenas tomará conhecimento do nome no início da prova.

Os cinco cientistas presentes na final estão ligados - todos eles - a Coimbra.]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[A equipa que ficar em segundo lugar na final do concurso «Jovens Jornalistas de Ciência» vai viajar até Bruxelas para visitar o Parlamento Europeu.

Assim sendo é a seguinte a lista final das distinções de JJC:

5º lugar - quatro tablets

4º lugar. Fim-de-semana radical em Gouveia

3º lugar - Viagem a Paris para visitar o Parque de La Villette

2º lugar - Viagem a Bruxelas para visitar o Parlamento Europeu

1º lugar - Viagem de seis dias a Nova Iorque

A final tem lugar a partir das 15 horas de 25 de Maio no Casino da Figueira da Foz e tem uma duração prevista de cinco horas.

Cada uma das cinco equipas entrevistará um cientista de que apenas tomará conhecimento do nome no início da prova.

Os cinco cientistas presentes na final estão ligados - todos eles - a Coimbra.]]></content:encoded>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Cavaco Silva insatisfeito com falta de investimento  na economia marinha e marítima]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54145&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-11</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54145&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[O Presidente da República (PR) salientou, hoje em conferência de imprensa, que ainda &ldquo;há muito mais a fazer pela economia do mar&rdquo;. A visita de Cavaco Silva marcou a segunda manhã do Fórum do Mar, que está a decorrer na Exponor até amanhã.

&ldquo;Das potencialidades às oportunidades de negócio, existem alguns sinais positivos, que vêm das autarquias locais das zonas costeiras do nosso país, das universidades, das organizações empresariais &ndash; temos um secretário de estado do mar, que conhece as potencialidades deste nosso recurso natural&rdquo;, assinalou o chefe de Estado, reforçando que o Fórum do Mar &ndash; iniciativa resultante da cooperação entre a Associação Empresarial de Portugal o &lsquo;cluster&rsquo; Oceano XXI &ndash; &ldquo;é uma forma de pôr em contacto todos os que se interessam pela economia do mar e estabelecerem redes de cooperação, mas precisamos de muito mais, mais empresas (PME) no sector com vocação para as tecnologias&rdquo;.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@O Presidente da República (PR) salientou, hoje em conferência de imprensa, que ainda &ldquo;há muito mais a fazer pela economia do mar&rdquo;. A visita de Cavaco Silva marcou a segunda manhã do Fórum do Mar, que está a decorrer na Exponor até amanhã.

&ldquo;Das potencialidades às oportunidades de negócio, existem alguns sinais positivos, que vêm das autarquias locais das zonas costeiras do nosso país, das universidades, das organizações empresariais &ndash; temos um secretário de estado do mar, que conhece as potencialidades deste nosso recurso natural&rdquo;, assinalou o chefe de Estado, reforçando que o Fórum do Mar &ndash; iniciativa resultante da cooperação entre a Associação Empresarial de Portugal o &lsquo;cluster&rsquo; Oceano XXI &ndash; &ldquo;é uma forma de pôr em contacto todos os que se interessam pela economia do mar e estabelecerem redes de cooperação, mas precisamos de muito mais, mais empresas (PME) no sector com vocação para as tecnologias&rdquo;.
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Fórum do Mar abre as portas a potenciais negócios]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54135&op=all]]></link>
	<pubDate>2012-05-10</pubDate>
	<dc:creator>Ciencia Hoje</dc:creator>
	<category>Uncategorized</category>
	<guid isPermaLink="true"><![CDATA[http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54135&op=all]]></guid>
	<description><![CDATA[O mar volta a estar no centro das atenções com a abertura do Fórum do Mar 2012,  na Exponor em Matosinhos, evento do qual o Ciência Hoje é media partner.

Durante os próximos três dias, o encontro organizado pelas associações Empresarial de Portugal (AEP) e Oceano XXI &ndash; Cluster para o Conhecimento e Economia do Mar, vai procurar contribuir para o desenvolvimento da economia do mar e para a sensibilização do público quanto aos benefícios que podem ser obtidos a partir da exploração sustentável deste recurso.
]]></description>
	<content:encoded><![CDATA[@@O mar volta a estar no centro das atenções com a abertura do Fórum do Mar 2012,  na Exponor em Matosinhos, evento do qual o Ciência Hoje é media partner.

Durante os próximos três dias, o encontro organizado pelas associações Empresarial de Portugal (AEP) e Oceano XXI &ndash; Cluster para o Conhecimento e Economia do Mar, vai procurar contribuir para o desenvolvimento da economia do mar e para a sensibilização do público quanto aos benefícios que podem ser obtidos a partir da exploração sustentável deste recurso.
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